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Qual o olhar da antropologia sobre as plataformas digitais? Enciclopédia on-line da USP aborda o tema
De acordo com a enciclopédia produzida por alunos e professores do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, no campo da antropologia digital, as plataformas tornam-se espaços onde as atividades cotidianas podem ser coletadas, organizadas e analisadas
As plataformas digitais moldam e são moldadas por práticas comportamentais e culturais contemporâneas, sendo estruturadas por algoritmos organizados em sistemas de recomendação (SR) criados por empresas de tecnologia e mídia com o objetivo de facilitar ou induzir o processo decisório, atuando na mediação da experiência social dos usuários. No campo da antropologia digital, as plataformas tornam-se espaços onde as atividades cotidianas podem ser coletadas, organizadas e analisadas, uma datificação que engloba questões éticas e de privacidade. O conceito está publicado na Enciclopédia de Antropologia on-line.
No novo verbete Plataformas Digitais,
Jader Jaime Costa do Lago e Francisco Carlos Paletta apresentam algumas autoras e autores que discutem esses ambientes interativos, atentos às dinâmicas de poder envolvidas em sua criação e manutenção. Para o antropólogo estadunidense Nick Seaver (1985-), os criadores dos SR são atores bivalentes que buscam um caminho na suposta oposição entre algoritmos e humanos, computação e gosto. Nessa perspectiva, a navegação em sites, as preferências musicais, as coordenadas de geolocalização, os hábitos de consumo, as interações em redes sociais e outros dados comportamentais em ambiente digital estão à disposição de empresas ligadas à tecnologia da informação para fins econômicos. Para serem bem-sucedidas em meio à concorrência, essas empresas criam estruturas técnicas informacionais que sejam capazes de cativar o usuário para que ele permaneça na plataforma o maior tempo possível. Ao mesmo tempo em que participam da construção de identidades e comunidades, as plataformas podem aumentar desigualdades ao limitar o acesso e a visibilidade de alguns grupos sociais. Trata-se da aplicação de uma técnica digital e, como definido pela filósofa Donna Haraway (1944-), “técnica envolve, necessariamente, dominação”. Segundo o sociólogo brasileiro João Martins Ladeira (1977-), os SR caracterizam-se pela constante observação das ações do usuário por parte das empresas de tecnologia, em monitoramentos voltados a identificar as ações de repulsa e sedução. A averiguação dessas ações retorna ao usuário na forma de recomendações. Para Nick Seaver é possível fazer uma analogia entre os sistemas algorítmicos e as armadilhas. São artefatos sofisticados e que funcionam psicologicamente, como infraestruturas epistêmicas e técnicas que se unem para produzir mundos culturais abrangentes e difíceis de escapar.
Ao final, os autores apresentam um projeto de antropologia digital, “Why we post?” (Por que postamos?), coordenado por Daniel Miller, com uma perspectiva sobre os usos das plataformas digitais por diferentes grupos ao redor do mundo, avaliando suas contradições e complexidades, mostrando como elas se tornaram espaços onde as pessoas vivem. “Em vez de tornarem o mundo mais homogêneo, as mídias sociais representam uma nova forma de expressar diferenças culturais.” Na perspectiva de Miller e seus colaboradores, “a plataforma é um artefato digital e cultural, uma ferramenta criada, desenvolvida e modificada pela ação humana”.
A enciclopédia
A Enciclopédia de Antropologia, obra produzida por alunos e professores do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, é um instrumento didático que promove o encontro entre pesquisa, ensino e extensão. A criação de um novo verbete ali importa não só como um registro rigoroso do conhecimento, mas também pelo processo colaborativo envolvido em sua criação.
A ideia surgiu em 2013, em uma disciplina de pós-graduação em Antropologia da professora Beatriz Perrone Moisés. Como trabalho final, a docente solicitou que os alunos criassem verbetes de enciclopédia a partir do tema da disciplina. A partir do segundo semestre daquele ano, Fernanda Arêas Peixoto, também docente do Departamento de Antropologia da FFLCH, assumiria a coordenação da pós-graduação desse curso e levaria o projeto adiante.
Embora tenha o nome de “enciclopédia” não se deve dar a ilusão de totalidade ou completude. Ao contrário, trata-se de uma obra em permanente constituição, realizada a partir das pesquisas e reflexões conjuntas de docentes e discentes. “Se ela se afasta da ideia de integralidade que marca o projeto enciclopédico em sua origem, guarda dele o caráter de colaboração coletiva, por isso a decisão de manter a designação”, como está descrito no site.
A Enciclopédia de Antropologia é composta por verbetes assinados, ordenados alfabeticamente e que se encontram classificados em autor, obra, conceito, correntes, subcampos e instituições. Deliberadamente sintéticos e apresentados em linguagem acessível, os verbetes visam funcionar como guias de orientação, de modo a permitir, a todo e qualquer interessado, o contato com formulações, obras e autores caros à reflexão antropológica. Ferramenta de trabalho e formação para aqueles que assinam os textos, a EA quer atuar também como instrumento de pesquisa e aprendizado para o leitor, que, além de poder navegar pelos diferentes textos publicados, tem acesso a uma bibliografia de apoio que o permitirá enveredar por novas searas, se assim o desejar.
Acompanhe a Enciclopédia de Antropologia no Facebook e no Instagram.
Para ler o verbete Plataformas Digitais completo, acesse este link.
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Fonte: COSTA, Claudia. Qual o olhar da antropologia sobre as plataformas digitais? Enciclopédia on-line da USP aborda o tema. Jornal da USP, março de 2026. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=984332
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Calendário de Webinars da Clarivate: Bases de de Dados e recursos de informação
Pesquisa de qualidade é o que sustenta a Ciência e a Publicação Científica que impacta. Por meio da Clarivate, estão disponíveis diversos recursos de informações e ferramentas para gestão e organização de levantamentos bibliográficos, análise de citações, índice h, impacto, que permitem análises de evolução das publicações científicas das mais diversas áreas de conhecimento.O uso destas bases é indicada a alunos de pós-graduação, docentes ou pesquisadores para, por exemplo, iniciar sua revisão de literatura ou conhecer e acompanhar o estado da arte de um tema ou tópico de pesquisa. Abrangendo todas as áreas de conhecimento as Bases da Clarivate são, portanto, multidisciplinares. Algumas das Bases de Dados estão disponíveis também no Portal de Periódicos da Capes.
O acesso às Bases de Dados da Clarivate é aberto a toda a comunidade com vínculo USP, mediante o uso de computador com IP autenticado ou por acesso remoto VPN.
A Web of Science se destaca por ser uma base bibliográfica de referências e citações obtidas a partir das mais conceituadas revistas científicas internacionais. Um conjunto de indicadores e métricas contribui para que a Web of Science seja uma fonte de informação de referência para bibliotecários, docentes e estudantes.
Inscreva-se e participe dos Webinars da Clarivate. Os eventos, transmitidos online, são gratuitos e abertos a todos os interessados.
== AGENDA DE WEBINARS ==.Conhecendo as bases que fazem parte da plataforma Web of ScienceData: 07 de maio de 2026 – Horário: 14hLink para inscrição:.Conhecendo o JCR e a ferramenta de análise ESIData: 08 de maio de 2026 – Horário: 14hLink para inscrição:.Como usar o gerenciador de referências Endnote OnlineData: 01 de junho de 2026 – Horário: 14hLink para inscrição:.Conhecendo recursos específicos : DII para inovação e Zoological Records para taxonomia e zoologiaData: 01 de junho de 2026 – Horário: 10hLink para inscrição:.___________________________________________________Saiba mais sobre as Bases de Dados disponíveis na USP: https://www.abcd.usp.br/bases-dados/.Em caso de dúvida sobre o uso das Bases de Dados e recursos da Clarivate, procure a equipe da sua Biblioteca..____________________________________________________Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais em parceria com a Clarivate. -
Por que devemos investir em Preservação Digital ?
Are We Really Preserving What We Collect ? (em português Será que estamos realmente preservando o que coletamos?)
Esta é uma tradução livre de informações obtidas a partir do Boletim Informativo do ISSN [1] e da matéria publicada a partir das reflexões sobre o mais recente Webinar da CLOCKSS, entidade que preserva conteúdos digitais [2].
O Webinar questiona pressupostos sobre preservação digital, indagando se as instituições estão realmente protegendo o conteúdo que coletam. As discussões destacaram que a preservação não é automática e requer políticas claras, decisões de seleção criteriosas e colaboração contínua. Muitos materiais permanecem vulneráveis devido à cobertura desigual, recursos limitados e falta de redundância.
Os palestrantes enfatizaram que a preservação é uma responsabilidade estratégica e ética, moldada pelas prioridades institucionais e pelas necessidades da comunidade. O fortalecimento da coordenação, da transparência e da infraestrutura compartilhada é essencial para garantir a integridade e a acessibilidade a longo prazo do registro acadêmico.
Nem todo conteúdo apresenta o mesmo nível de risco, e essa distinção é importante. O nível de risco depende, em parte, de como os repositórios são utilizados.
Em contextos de publicação em bibliotecas, onde os repositórios funcionam como a principal plataforma de publicação, eles podem conter a versão definitiva dos artigos, o que aumenta a importância da preservação.
Por outro lado, para outros tipos de publicações, os repositórios geralmente contêm cópias ou versões preliminares que também existem em outros locais, reduzindo o risco de perda permanente.
No entanto, quando os repositórios incluem materiais únicos, como teses, documentos internos ou coleções digitalizadas, os riscos são muito maiores.
Se esses materiais forem perdidos, podem ser impossíveis de recuperar, transformando a preservação de uma preocupação puramente técnica em uma responsabilidade estratégica.
Alicia trouxe outra perspectiva crítica para a conversa ao destacar o desafio da responsabilidade compartilhada. Em muitas instituições, a preservação digital não é de responsabilidade de uma única equipe. Em vez disso, está distribuída entre gerentes de repositórios, departamentos de TI, bibliotecários de preservação, equipes de conservação e digitalização, e outros. Cada um desempenha um papel, mas a coordenação costuma ser limitada.
Essa fragmentação dificulta o desenvolvimento de uma abordagem coesa para a preservação digital. Ela também apontou para uma mudança conceitual mais profunda.
No mundo impresso, acesso e preservação eram essencialmente a mesma coisa. Se você possuía o exemplar físico, precisava preservá-lo para mantê-lo em circulação. No mundo digital, essa relação não se aplica mais. Acesso e preservação são funções separadas e exigem estratégias diferentes.
Essa mudança nem sempre é totalmente reconhecida, o que pode levar a lacunas na forma como as instituições gerenciam seu conteúdo digital.
A discussão também abordou metadados e tecnologia, ambos cruciais para a preservação. A maioria dos repositórios possui metadados descritivos robustos, que facilitam a descoberta e o acesso. No entanto, os metadados de preservação são frequentemente subdesenvolvidos ou inexistentes.
Isso se deve, em parte, ao fato de que as plataformas utilizadas pelos repositórios tendem a priorizar o ACESSO em detrimento das necessidades de PRESERVAÇÃO a longo prazo.
A principal conclusão é que a preservação não deve ser tratada como um complemento. Ela precisa ser incorporada aos sistemas e fluxos de trabalho desde o início.
Olhando para o futuro, José refletiu sobre como abordaria pesquisas futuras nessa área. Em vez de se concentrar apenas no que os repositórios estão fazendo, ele direcionaria sua atenção para os motivos pelos quais não estão fazendo mais.
Ele identificou diversos fatores subjacentes, incluindo a falta de priorização, restrições de financiamento, recursos humanos limitados e lacunas em habilidades e treinamento. Esses desafios não são novos, mas continuam a moldar a forma como as instituições abordam a preservação.
Outro tema recorrente foi a importância da colaboração. Nenhuma instituição sozinha consegue gerir a preservação digital.
A escala e a complexidade da tarefa da preservação digital exigem infraestrutura compartilhada e esforço coletivo.
Organizações como a CLOCKSS, juntamente com bibliotecas, editoras e outros parceiros, desempenham um papel essencial na construção de sistemas resilientes. Alicia enfatizou que preservar conteúdo em múltiplos serviços confiáveis não é apenas uma boa prática, é fundamental.
Seja diante de falhas técnicas, desastres naturais ou riscos geopolíticos, a preservação distribuída garante que o conhecimento permaneça acessível.
O que torna esta conversa particularmente importante é que ela não aponta para uma solução única.
A preservação digital não é um desafio que se resolve com uma única solução. Requer conscientização, coordenação e disposição para repensar as abordagens existentes. Isso nos leva de volta a uma mudança fundamental de perspectiva.
Os repositórios não se resumem mais ao acesso. Eles também se referem à gestão responsável.
E a gestão responsável exige ações intencionais, desde o desenvolvimento de POLÍTICAS e o INVESTIMENTO EM INFRAESTRUTURA até a CAPACITAÇÃO e o fomento da COLABORAÇÃO.
A discussão serviu como um lembrete de que a preservação não acontece por acaso. Requer planejamento, recursos e comprometimento. À medida que o volume de conteúdo digital continua a crescer, também cresce a responsabilidade de garantir que ele permaneça acessível no futuro.
Isso nos lembra que devemos continuar a conversa.
As questões levantadas em torno da responsabilidade, das políticas e da colaboração são temas com os quais toda a comunidade acadêmica precisa se engajar.
Se há uma lição a ser aprendida, é esta: não podemos presumir que o conhecimento de hoje estará automaticamente disponível amanhã.
Garantir que isso aconteça exige um esforço deliberado e coletivo.
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[1] ISSN Newsletter n.150 April 2026. Disponível em: https://f7o1o.r.sp1-brevo.net/mk/mr/sh/SMJz09SDriOHVC2vshedpzgyn2Uq/WPRr1uUlCVYD Acesso em: 22 abril 2026.
[2] CLOCKSS. Are We Really Preserving What We Collect? Reflections from Our Latest Webinar. April 9, 2026. Disponível em: https://clockss.org/are-we-really-preserving-what-we-collect/ Acesso em: 22 abril 2026.
Webinar CLOCKSS: “The State of Digital Preservation in Repositories: Policies, Practices, and Gaps” held on March 25, 2026. Link: https://www.youtube.com/watch?v=UV4FvLXRmLE&t=5s Acesso em: 22 abril 2026.
Direitos de imagem: Freepik
Texto selecionado e compilado por Elisabeth Dudziak (ABCD/USP)
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Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP tem nova interface e funcionalidades
A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP (BDTD) https://www.teses.usp.br foi criada em 2001 para disponibilizar na Internet em formato eletrônico os trabalhos defendidos na Universidade de São Paulo.
Ao longo dos anos, mais e mais os documentos acadêmicos em texto completo produzidos originalmente em formato impresso, têm sido digitalizados e incorporados à BDTD.
Tais ações vêm permitindo que as comunidades brasileira e internacional possam ter, em mãos, a versão digital completa das teses e dissertações defendidas em qualquer um dos programas de mestrados e doutorados mantidos na Universidade de São Paulo.
Novidades e funcionalidades
Hoje, a BDTD conta com mais 142.600 registros, entre Dissertações, Teses, Livre Docência e Provimento de Cátedra defendidas na USP, decorrentes dos acervos mantidos nas Bibliotecas das Unidades, Institutos, Centros e Museus da USP.
É possível realizar buscas por Título, Autor, Orientador, Área do Conhecimento, Tipo, Unidade e Ano defesa.
A BDTD conta também com Diretrizes e Orientações sobre como publicar sua Dissertação ou Tese na aba “Seu Trabalho”.
Além disso, em cada página do trabalho, outros serviços relativos à tese ou dissertação estão disponíveis:
- Como citar: Saiba como citar o documento nos formatos ISO, ABNT, APA e Vancouver.
- Formato MARC: Acesse os metadados do trabalho no formato MARC.
- Formato OAI DC: Acesse os metadados do trabalho no formato OAI Dublin Core.
- Redes sociais: Compartilhe o trabalho na sua rede social.
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Histórico
A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de São Paulo (BDTD) – https://www.teses.usp.br – foi criada em 2001 por iniciativa do SIBiUSP (hoje incorporado à Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais ABCD), com o suporte da equipe do Centro de Informática da USP de São Carlos.
Desde o início, a BDTD USP contou com uma equipe multidisciplinar para seu desenvolvimento e implantação, incluindo bibliotecários, analistas e técnicos.
A equipe recebeu o apoio da Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD), um consórcio diversas instituições que juntas desenvolveram a interface com o usuário e a Pesquisa & Desenvolvimento da proposta de nossa Biblioteca Digital. O NDLTD ofereceu todo suporte necessário para o desenvolvimento e implantação da nova Biblioteca Digital.
Como membro do NDLTD, a USP teve acesso e o direito de utilizar o pacote desenvolvido pela Virginia Tech (Virginia Polytechnic Institute and State University) para o gerenciamento e armazenamento de Teses e Dissertações Eletrônica (TDE). Este pacote utiliza softwares abertos de domínio público.
O pacote foi adaptado para o contexto da Universidade, integrando-se com o sistema administrativo da Pós-Graduação e com o sistema DEDALUS (Banco de Dados Bibliográficos da USP). Essa adaptação também envolve uma atualização tecnológica do banco de dados e da linguagem utilizados.
Desde 2003, a USP faz parte da Biblioteca Brasileira Digital de Teses e Dissertações , mantida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), do Ministério da Ciência e Tecnologia, exportando as informações de suas teses e dissertações.
Também se encontra integrada ao Portal de Busca Integrada da USP que permite a busca e o acesso a todo o acervo USP de teses e dissertações defendidas na universidade.
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Acesso aberto à Micromedex / Cognys Meds 2026 na USP: trial vai até 12 de maio
Cognys Meds é um sistema de suporte à decisão clínica desenvolvido pela DotLib que amplia as capacidades do Micromedex com informações complementares, visualizações diferenciadas, buscas aprimoradas e acesso facilitado.
O núcleo principal do Cognys Meds é o já conhecido e acreditado conteúdo baseado em evidências do Micromedex, com informações sobre medicamentos, interações medicamentosas, compatibilidade intravenosa, toxicologia, medicamentos para neonatologia e mais.
É uma ferramenta para ensino, pesquisa e prática clínica de médicos, farmacêuticos, enfermeiros, pesquisadores, alunos e professores.
É mais do que um banco de dados de medicamentos. As soluções e os recursos robustos, baseados em evidências, ajudam a fundamentar as decisões clínicas em todo o processo de atendimento ao paciente, auxiliando os profissionais de saúde a aprimorar a segurança do paciente e a obter melhores resultados.
Desde a gestão de medicamentos até a toxicologia e muito mais, o conteúdo detalhado oferece suporte até mesmo aos casos mais complexos, com clareza para decisões rápidas.
O acesso ao sistema Cognys Meds vai até o dia 12 de maio de 2025.
É necessário utilizar uma conexão de IP de computador autorizado da Universidade de São Paulo e registrar-se, ou utilizar acesso remoto via VPN.
Link de acesso ao demo/trial com instruções: https://lp.dotlib.com/usp-trial-cognysmdx2026
Acesse, aprenda e aplique a informação baseada em evidência para gerenciar complexas terapias medicamentosas e apoiar a segurança do paciente.
Compartilhe esta informação com colegas, docentes, alunos e demais interessados.
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Biblioteca da FMUSP apresenta projetos estratégicos em reunião com presidente da ABCD/USP
No dia 27 de fevereiro de 2026, a Divisão de Biblioteca e Documentação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (DBD/FMUSP) recebeu a visita do Prof. Dr. Francisco Carlos Paletta, presidente da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP (ABCD/USP).
O encontro teve como objetivo apresentar projetos e ações em desenvolvimento, além de discutir estratégias para os desafios contemporâneos e o fortalecimento das Bibliotecas da Universidade. Participaram da reunião a chefe técnica, Daniela Amaral Barbosa, e as bibliotecárias Rosa Maria Fischi, Erinalva da Conceição Batista, Valéria de Vilhena Lombardi e Maria Adelaide Alves Mestriner.
Entre os destaques apresentados está o projeto de treinamentos coletivos, oferecidos semanalmente em formato on-line. A iniciativa atende à comunidade FMUSP-HC incluindo alunos de graduação, pós-graduação e docentes, e também à comunidade USP, reunindo orientações sobre recursos e ferramentas informacionais. O projeto tem se consolidado como um importante instrumento de apoio à pesquisa e de promoção da competência em informação.
Outro destaque foi a apresentação do Observatório da Produção Intelectual do Sistema Acadêmico FMUSP-HC – OPI, iniciativa voltada ao monitoramento e à organização da produção científica institucional. A estrutura do observatório é organizada em comunidades, Faculdade, Hospital das Clínicas, Hospital Universitário e Laboratórios de Investigação Médica (LIMs), e em sub-comunidades que incluem departamentos, institutos e laboratórios.
Entre as principais funcionalidades apresentadas estão as comunidades temáticas dedicadas à COVID-19, aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às políticas públicas. O observatório também integra diferentes indicadores de impacto científico, como métricas de citação das bases Scopus e Dimensions, além da identificação de publicações relacionadas aos ODS e de trabalhos que subsidiam políticas públicas. Também são incorporadas métricas alternativas, como Altmetric e PlumX, ampliando a análise do alcance e da repercussão das pesquisas.
A Biblioteca apresentou ainda ações voltadas à preservação da memória institucional e da história da medicina no Brasil, como a identificação de obras raras e especiais no acervo e o projeto de digitalização das Theses Inauguraes, garantindo sua preservação e acesso ampliado. No âmbito institucional, foram discutidas demandas estratégicas, como a elaboração de um planejamento alinhado às diretrizes da Reitoria, a reativação de grupos de trabalho para identificação de boas práticas e inovação, e a atualização do sistema Dedalus, base de dados bibliográfica da USP.
Nesse contexto, a Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP (ABCD-USP) reconhece a Biblioteca da Faculdade de Medicina como um polo de excelência e inovação no âmbito do Sistema Integrado de Bibliotecas, destacando-se pela implementação de práticas avançadas em competência informacional, gestão da produção científica e uso de métricas de impacto. Iniciativas como o Observatório da Produção Intelectual (OPI) evidenciam o papel das bibliotecas como infraestruturas estratégicas de inteligência informacional, contribuindo para o monitoramento, análise e visibilidade da pesquisa institucional.
A ABCD/USP reafirma seu compromisso em apoiar, articular e escalar essas melhores práticas para o conjunto das bibliotecas da Universidade, promovendo a integração de sistemas, o fortalecimento da ciência aberta, o uso qualificado de indicadores e a incorporação de tecnologias emergentes, como inteligência artificial e análise de dados, consolidando as bibliotecas como agentes centrais na produção de conhecimento, na tomada de decisão e no impacto social da USP. A reunião representou uma importante oportunidade para apresentar as iniciativas desenvolvidas pela Biblioteca da FMUSP, identificar demandas institucionais e fortalecer o diálogo entre as bibliotecas e a Reitoria da USP.
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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais ABCD/USP – Biblioteca da Faculdade de Medicina FMUSP
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Agenda de Webinars da Elsevier em abril e maio de 2026
A Elsevier oferece um ecossistema completo de recursos e suporte para facilitar a pesquisa, a leitura crítica, a publicação acadêmica e a gestão de dados.
A seguir, apresentamos os principais recursos disponíveis para usuários, bibliotecas e equipes institucionais:
Elsevier Support Center: https://service.elsevier.com – é o portal oficial de suporte da Elsevier. Acesse para obter ajuda, abrir chamados, acessar materiais de apoio e verificar o status de serviços. Seu ponto principal para assistência técnica, informações de conta/licenças e recursos de ajuda por produto.
Research Academy – https://researcheracademy.elsevier.com – são módulos gratuitos de e-learning desenvolvidos por especialistas globais – Aprenda a navegar pelo cenário da pesquisa com orientações claras, práticas e treinamentos da Elsevier Researcher Academy — uma plataforma gratuita de e-learning que ajuda você a avançar em sua pesquisa, publicar com confiança e alcançar seus objetivos profissionais.
Journal Finder: https://journalfinder.elsevier.com/ – é uma ferramenta online da Elsevier que ajuda autores a identificar quais periódicos da editora são os mais adequados para publicar o seu manuscrito.
LibGuides da Elsevier: https://elsevier.libguides.com/ – são guias digitais criados com orientações rápidas e úteis para ajudar usuários a navegar pelos recursos da Elsevier.
== AGENDA ==
Data Horário Tema Link 8/04 10:00 Publicação científica na prática: guia essencial para pesquisadores Inscrição 14/04 11:00 SciVal Inscrição 29/04 15:00 Como publicar em acesso aberto pelo acordo CAPES–Elsevier Inscrição 30/04 15:00 Participe de uma sessão de bate-papo com a Elsevier Inscrição 6/05 11:00 Buscas avançadas no Embase Inscrição 13/05 10:00 Potencialize sua pesquisa científica com o Scopus Inscrição 27/05 10:00 Como publicar em acesso aberto pelo acordo CAPES–Elsevier Inscrição 28/05 10:00 Participe de uma sessão de bate-papo com a Elsevier Inscrição ________________________________________________________
Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais ABC-USP









