O ABCD Informa é um veículo de comunicação que busca reunir matérias selecionadas de interesse das Bibliotecas e da comunidade acadêmica da USP. Desejamos que o ABCD Informa faça parte de suas leituras!
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Assinatura dos Periódicos CAIRN Bouquet Général é renovada na USP
Estão disponíveis na USP, por meio da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais, uma ampla lista de títulos de periódicos publicados por editoras internacionais de grande relevância e renome, incluindo a CAIRN.Plataforma de Periódicos CAIRN
Cairn.info é uma biblioteca digital e plataforma líder para publicações acadêmicas francófonas. Seu objetivo é promover pesquisas de alta qualidade, fomentando a independência e a diversidade dos atores dentro do ecossistema do conhecimento. A riqueza, a diversidade e a qualidade das publicações científicas em francês da CAIRN, são o ponto forte da coleção.
Dentre os mais de 600 títulos assinados estão 35 revistas selecionadas como prioritárias pelas Unidades USP e suas bibliotecas.
A CAIRN organiza suas revistas em três grandes eixos temáticos principais:
1. Ciências Humanas e Sociais (HSS)
As disciplinas são subdivididas em:
– Psicologia e Psicanálise: Subdividida em áreas como psicopatologia, clínica e desenvolvimento.
– Sociologia e Antropologia: Focada em estudos culturais, migrações e estruturas sociais.
– História e Geografia: Incluindo geopolítica e história moderna/contemporânea.
– Educação: Periódicos voltados para formação e pesquisa pedagógica.
– Filosofia: Coleções que vão da filosofia clássica à contemporânea.
– Comunicação e Artes: Inclui cinema, mídia e a revista Hermès.2. Direito e Administração
Focado em governança e normas jurídicas, este eixo inclui:
– Direito: Civil, público, internacional e ambiental.
– Gestão e Administração Pública: Estratégias organizacionais e políticas de estado.
– Economia: Teoria econômica, finanças e economia social.3. Ciência, Tecnologia e Medicina (STM)
Embora menor que o eixo de HSS, esta seção cobre áreas técnicas específicas:
– Medicina: Com ênfase em cuidados paliativos, psiquiatria infantil e geriatria.
– Geociências e Química: Periódicos científicos de nicho.
– Ciências Astrofísicas: Pesquisas espaciais e físicas.As revistas CAIRN publicam artigos de pesquisa, estudos de caso, ensaios críticos e artigos de revisão. Os sumários das publicações estão disponíveis em francês, inglês e espanhol (seleção de conteúdos). Além disso, há um banco de dados de autores e é possível também verificar as revistas mais populares e os artigos mais visualizados em cada revista.
Você pode consultar a lista completa de revistas por assunto no Cairn.info para filtrar por áreas específicas de interesse em 2026.
Site: https://shs.cairn.info/
Editor/Agregador: Diversos / CAIRN
Assinatura: USP (01/01/2026 a 31/12/2026)
O acesso aos textos completos de todas as revistas assinadas pela USP está condicionado à sua assinatura e deverá ser realizado via IP de computador autorizado USP ou por conexão remota VPN.
Também é possível acessar os textos completos dos títulos das revistas pelo Portal de Busca Integrada PBi ou por meio do link Revistas Eletrônicas (eJournals), escolhendo como Fornecedor CAIRN.
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InCites na USP: novas oportunidades de pesquisa e impacto
Descubra novas oportunidades e construa parcerias para aumentar a visibilidade e o impacto da sua pesquisa.O InCites reúne estas outras possibilidades em uma única plataforma que está disponível na USP para docentes, discentes e gestores de pós-graduação e pesquisa.
O InCites (Clarivate) é uma ferramenta online de avaliação de pesquisa personalizada e baseada em citações, que permite realizar análises de produtividade científica e comparação de resultados com parceiros no mundo inteiro.
Tomando por base o conjunto de registros da Web of Science, o InCites congrega ferramentas de análise e métricas que ensejam quantificar e qualificar os resultados de pesquisa.
O acesso à Plataforma InCites é feito pelo link https://incites.clarivate.com/ por meio de IP de computador reconhecido pela USP ou acesso remoto pela VPN/USP, mediante cadastro de usuário.
Utiliza dados da Web of Science Core Collection e traz informações detalhadas baseadas em publicações científicas desde 1908 em diante tais como artigos de revistas, anais de conferências e livros.
InCites é uma ferramenta personalizada de avaliação e comparação de pesquisas, baseada na web e fornecida pela Clarivate, que possibilita que pesquisadores, instituições acadêmicas, governamentais e de financiamento analisem seu desempenho em pesquisa e tendências mundiais. Permite avaliar a produtividade, o impacto das citações e as redes de colaboração. Transforme a maneira como sua instituição trabalha com coleções de dados.
Os conjuntos de dados enriquecidos são selecionados, atualizados e validados por cientistas de dados e especialistas qualificados com experiência prática. Impulsionado por uma combinação única de software com inteligência artificial e insights – desenvolvidos e interpretados por especialistas com doutorado, a Plataforma InCites faz a diferença na qualidade da pesquisa científica.
Gera tabelas e gráficos personalizados que podem ser exportados na forma de imagens ou tabelas csv, bem como relatórios padrão e relatórios personalizados: Gera, armazena e exporta dados.
O InCites permite:
- Avaliar o desempenho ao longo do tempo de um pesquisador, instituição, área de conhecimento ou revista;
- Comparar o desempenho de sua universidade com outras 5.000 instituições, inclusive em determinadas áreas do conhecimento;
- Identificar áreas de de pesquisa com potencial de crescimento e impacto;
- Identificar áreas de conhecimento fortes e fracas, para alocar recursos de forma precisa e inteligente;
- Monitorar as atividades de colaboração, para identificar parceiros atuais e potenciais;
- Analisar o impacto de um artigo, revista, autor, instituição, país;
- Analisar o impacto das pesquisas financiadas por agências nacionais e internacionais.
O impacto de pesquisa é a medida em que a publicação, o trabalho de um pesquisador ou o trabalho de um grupo de pesquisa atinge, influencia e ajuda a construir novas pesquisas e resultados científicos.
Identificar pesquisa de impacto pode ajudar pesquisadores e instituições a realizar investimentos mais qualificados e relevantes para a sociedade e para a própria ciência. Como resultado, torna-se possível analisar o impacto de um artigo, de um autor, de uma revista, de uma instituição ou organização, até mesmo o impacto científico de um país.
O InCites provê esse tipo de análise: relatórios personalizados de autores, organizações, regiões, áreas de pesquisa, artigos, trabalhos de eventos e agências de fomento podem ser obtidos a partir de ajustes simples de parâmetros na própria interface de pesquisa.
Site: https://incites.clarivate.com
Editor/Agregador: Clarivate
Assinatura: USP (01/01/2026 a 31/12/2026)
Área(s) de conhecimento: Biológicas, Exatas, Humanas
Guias e Tutoriais de uso do InCites: InCites Reference Guide
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SciVal na USP: Pesquisa e Análise da Produção Científica ao seu alcance
A Plataforma SciVal está novamente disponível para toda a comunidade da Universidade de São Paulo, por meio da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais – ABCD USP.SciVal – https://www.scival.com – possui um portfólio de ferramentas com cobertura mundial que permite não apenas pesquisar milhares de artigos científicos, como também analisar o cenário da produção científica em nível internacional, nacional e por instituição de pesquisa.
Funcionalidades principais:
a) Desenvolvida pela Elsevier, a plataforma SciVal tem como fonte de dados as Bases de Dados Scopus e Science Direct.
b) Abrange todas as áreas de conhecimento: Biológicas, Humanas e Exatas. SciVal oferece perspectivas estratégicas para a criação, o desenvolvimento e a comparação de indicadores dos programas de pesquisa e de pós-graduação.
c) Oferece diversas opções de análise estratégica da pesquisa e das publicações científicas de uma determinada instituição, país, região, autor ou grupos de autores.
d) Permite também realizar análises de desempenho de Revistas, desde que a mesma esteja indexada na base de dados Scopus (https://www.scopus.com).
e) Possibilita, dentre outras funcionalidades, obter um panorama de desempenho e impacto de pesquisa, analisar produtividade de um autor ou universidade, identificar a colaboração de uma determinada instituição com outras.
f) Permite reconhecer potenciais parceiros nacionais e internacionais de pesquisa visando à colaboração, acompanhar tendências de pesquisa de acordo com as distintas áreas de conhecimento.
g) Possibilita carregar listas de pesquisadores / autores na própria Plataforma, o que possibilita acompanhar o desempenho de Grupos de Pesquisa e/ou Programa de Pós-Graduação por meio dos docentes que possuem ScopusID na Base Scopus. Ressalte-se que plataforma SciVal é utilizada pela CAPES nos processos de avaliação periódica dos Programas de Pós-Graduação.
h) Gera Relatórios personalizados para atualizar as partes interessadas, acompanhar o progresso e informar as decisões.
O acesso à Plataforma SciVal deve ser realizado por meio de IP de computador reconhecido pela USP ou conexão remota VPN/USP. O registro deve ser realizado preferencialmente com o mesmo login e senha cadastrados na Base de Dados Scopus: http://www.scopus.com/
Site: http://www.scival.com
Editor/Agregador: Elsevier
Assinatura: USP (15/12/2025 a 14/12/2030)
Acesse os vídeos de uso do SciVal no link: https://www.abcd.usp.br/apoio-pesquisador/indicadores-pesquisa/scival/
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Aproveite a plataforma JoVE na USP – Vídeos de métodos de laboratório e conceitos científicos
Plataforma JoVE – https://www.jove.com/ está disponível na USP, por meio da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais ABCD-USP.A JoVE é a principal produtora e fornecedora mundial de vídeos científicos, com a missão de aprimorar a pesquisa e o ensino científico. Milhões de cientistas, educadores e estudantes em milhares de universidades, faculdades, hospitais e empresas biofarmacêuticas em todo o mundo utilizam a JoVE para suas pesquisas, ensino e aprendizado.
JoVE proporciona acesso a milhares de vídeos publicados em várias disciplinas das áreas de Ciências da Saúde, Química, Biologia, Farmacologia e Fisiologia, Bioquímica e Biologia Molecular, bem como de Medicina e Engenharia. Assuntos: Biologia, Biologia Molecular, Bioquímica, Ciências da Saúde, Educação, Engenharia, Experimentos, Farmacologia, Fisiologia, JoVE, Laboratório, Medicina, Métodos, Pesquisa, Química, Técnicas clínicas, Técnicas experimentais, Vídeos, vídeos de métodos de laboratório e conceitos científicos.
Os vídeos educativos da JoVE potencializam o ensino eficaz de conceitos científicos e métodos laboratoriais em cursos de graduação e pós-graduação em universidades e faculdades. Esses vídeos permitem uma compreensão rápida e aprofundada de assuntos complexos de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), aumentando o engajamento dos alunos e os resultados de aprendizagem, além de apoiar iniciativas de ensino inovadoras, como o ensino híbrido e a sala de aula invertida.
A plataforma também disponibiliza vídeos de capítulos de obras internacionalmente reconhecidas como referência nas áreas STEM (Science, Technology, Engineering and Maths).
Filmados nas principais instituições científicas do mundo, os vídeos da JoVE dão vida aos detalhes complexos de experimentos de ponta, permitindo o aprendizado eficiente e a replicação de novos métodos e tecnologias de pesquisa. Produzindo milhares de novos vídeos todos os anos, a JoVE é um recurso indispensável para cientistas da academia e da indústria.
JoVE é o único recurso de vídeo do mundo que permite que seus usuários aprendam de forma rápida e sistemática novos métodos e tecnologias de pesquisa desenvolvidos nos principais laboratórios científicos.
O acesso à Plataforma JoVE pode ser feito por meio de IP de computador reconhecido pela USP ou acesso remoto pelo VPN/USP
Site: https://www.jove.com/
Editor/Agregador: JoVE
Assinatura: USP (16/12/2025 a 15/12/2026)
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Dois Tesauros da área de Humanidades estão disponíveis na USP
Um Tesauro ou Thesaurus é um ferramenta para padronizar a linguagem na indexação e recuperação de informações em bases de dados, facilitando a busca por documentos em áreas específicas do conhecimento.É uma ferramenta para padronizar a linguagem na indexação e recuperação de informações em bases de dados, facilitando a busca por documentos em áreas específicas do conhecimento.
Um tesauro é também utilizado para realizar buscas com mais precisão, organizar conceitos e padronizar a linguagem de indexação, recuperação em bases de dados e repositórios.
Principais características de um tesauro:
– Termos Autorizados: Seleciona um único termo preferido para representar um conceito, padronizando sinônimos.
– Relações Hierárquicas: Utiliza termos mais amplos (TA) e mais específicos (TE) para organizar os conceitos em diferentes níveis.
– Relações Associativas: Conecta termos relacionados (TR) com significados próximos, mesmo que não estejam na mesma hierarquia.
– Remissivas: Direciona o usuário do termo não preferido para o termo técnico ou autorizado (ex: “carro” USE “automóvel”)A Universidade de São Paulo, por meio da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais acaba de assinar dois tesauros muito importantes para a área de Humanidades – letras e literatura.
O acesso é disponibilizado à comunidade USP por meio de IP de computador autorizado pela USP ou remotamente através da VPN.
TLL (Thesaurus Linguae Latinae)
Descrição: Thesaurus Linguae Latinae – TLL é uma base de dados lançada em formato online em 2009, é o primeiro dicionário abrangente de latim antigo, colocando o conhecimento da antiguidade latina em uma nova abordagem. É um dicionário monumental em latim escrito com princípios históricos. Abrange a língua latina desde ao tempo da sua origem à época de Isidoro de Sevilha. O projeto foi estabelecido em 1894 por Eduard Wölfflin.O Thesaurus Linguae Latinae (TLL) é compilado na Academia de Ciências da Baviera, em Munique, com base em todos os textos latinos sobreviventes da antiguidade (até 600 dC), tanto literários quanto não literários.
Site: https://tll.degruyter.com/
Editor/Agregador: De Gruyter
Assinatura: USP (19/12/2025 a 30/11/2026)
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TLG (Thesaurus Linguae Graecae)
Descrição: O Thesaurus Linguae Graecae (TLG®) é um Programa de Pesquisa Especial da Universidade da Califórnia, Irvine. Fundado em 1972, o TLG® representa o primeiro esforço das Humanidades para produzir um grande corpus digital de textos literários. Desde o seu início, o projeto coletou e digitalizou a maioria dos textos escritos em grego desde Homero (8 c. AC) até a queda de Bizâncio em 1453 DC. Seu objetivo é criar uma biblioteca digital abrangente de literatura grega desde a antiguidade até a era atual. Hoje, o TLG Online contém mais de 110 milhões de palavras de mais de 10.000 obras associadas a 4.000 autores e é constantemente atualizado e aprimorado com novos recursos e textos. O corpus completo está disponível para mais de 2.000 instituições assinantes e milhares de indivíduos em 58 países em todo o mundo. Um subcorpus ( Abridged TLG® ) juntamente com a extensa base de dados bibliográfica desenvolvida pelo TLG ( Cânon de Autores e Obras Gregas ) está aberto ao público. A versão resumida contém cerca de 1.000 trabalhos de 70 autores e usa o mesmo mecanismo de busca da versão completa do TLG online. Ele fornece acesso aos autores clássicos mais importantes e um grande número de textos patrísticos. Recomenda-se efetuar o registro na plataforma para ter acesso a todos os recursos disponíveis.
Site: https://stephanus.tlg.uci.edu/
Editor/Agregador: TLG
Assinatura: USP (01.12.2025 a 30/11/2026).
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3ª Cúpula Global sobre Acesso Aberto Diamante será em fevereiro de 2026 na Índia

A Cúpula será realizada entre os dias 2 e 6 de fevereiro de 2026 em Bangalore, Índia.
O tema é a “Colaboração por Infraestruturas Digitais Equitativas e Conhecimento Comum na Agricultura e Sistemas de Pesquisa Científica Amplos”.
Sobre o Diamond Open Access
O Diamond Open Access é um modelo de publicação acadêmica liderado pela comunidade, sem barreiras financeiras para autores ou leitores, tornando o conhecimento disponível como um bem público global. Promove equidade, sustentabilidade, multilinguismo e bibliodiversidade, alinhando-se com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste, a Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta, o Plano de Ação para o Acesso Aberto Diamante e o Pacto Digital Global.
As Cúpulas Globais sobre Acesso Aberto Diamante
As Cúpulas Globais sobre Acesso Aberto Diamante são encontros fundamentais que unem partes interessadas de todo o mundo para avançar um sistema de comunicação acadêmica que seja equitativo, sustentável e orientado pela comunidade.
Toluca, México (2023)
Tema: Equidade, Qualidade, Usabilidade, Sustentabilidade
Realizada de 23 a 27 de outubro de 2023, em Toluca, México, a cúpula inaugural enfatizou os princípios fundamentais do Diamond Open Access: equidade, qualidade, usabilidade e sustentabilidade. O evento reuniu editores de periódicos, pesquisadores e formuladores de políticas para discutir e promover uma abordagem não comercial e liderada pela comunidade para a publicação acadêmica. A cúpula ressaltou a importância desses princípios para promover uma comunicação acadêmica inclusiva e acessível.Cidade do Cabo, África do Sul (2024)
Tema: Centralizando a Justiça Social na Comunicação Acadêmica para Avançar a Pesquisa como Bem
Público A segunda cúpula, realizada de 8 a 14 de dezembro de 2024 na Universidade da Cidade do Cabo, África do Sul, focou na integração da justiça social na comunicação acadêmica. Destacou a necessidade de tornar a pesquisa um bem público, garantindo acesso e participação equitativos entre comunidades diversas. A cúpula atraiu mais de 1.100 participantes de 73 países e contou com discussões sobre descolonização, inclusão e o papel da diversidade linguística na publicação acadêmica.Bengaluru, Índia (2026)
A próxima 3ª Cúpula Global sobre Acesso Aberto ao Diamante, sob o tema: ‘Colaboração por Infraestruturas Digitais Equitativas e Conhecimento Comum em Agricultura e Sistemas Científicos Amplos de Pesquisa’ acontecerá em fevereiro de 2026 e se baseará nos resultados das Cúpulas anteriores.
Contará com plenárias de alto nível, trilhos temáticos e oficinas interativas sobre equidade, multilinguismo, avaliação de pesquisas e alinhamento a políticas. Cartazes e estudos de caso vão apresentar inovações de todo o mundo.
As sessões são projetadas para fomentar o diálogo inclusivo, a colaboração, o desenvolvimento de capacidades e resultados políticos acionáveis, com atenção cuidadosa à representação regional e ao equilíbrio de gênero, garantindo perspectivas globais diversas em cada discussão.
A Cúpula culminará no Roteiro de Bengaluru para o Diamond OA e no lançamento de Planos de Ação Regionais e Globais, avançando a missão de tornar a pesquisa um bem público por meio de práticas equitativas, sustentáveis e orientadas pela comunidade.
== Visão e Foco Estratégico ==
A 3ª Cúpula Global sobre Diamond OA busca contribuir para um ecossistema de comunicação acadêmica resiliente, equitativo e multilíngue, sustentado por modelos Diamond OA e infraestruturas digitais públicas interoperáveis. A Cúpula prevê fortalecer a Diamond OA em todas as disciplinas, catalisando governança colaborativa, investimento público e infraestrutura sustentável em um bem comum global do conhecimento.
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Acordo entre CAPES e Elsevier garante isenção de pagamento de taxa na publicação de artigos
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e a Elsevier estabeleceram um acordo de Leitura e Publicação (Read and Publish, no termo em inglês) que prevê o custeio da taxa de publicação de artigos em acesso aberto (OA) em periódicos híbridos da Elsevier, para autores correspondentes afiliados a instituições participantes do Portal de Periódicos da CAPES, listadas neste acordo.O contrato já está em vigor e contempla 434 instituições brasileiras elegíveis, que poderão submeter artigos para publicação em 1.619 periódicos híbridos da Freedom Collection.
Nos termos do contrato: ao publicar em acesso aberto em periódicos híbridos que integram o acordo, autores correspondentes elegíveis poderão ter a Taxa de Processamento de Artigo (Article Processing Charge APC – sigla em inglês) custeada pela CAPES.
Quando o acordo se aplica?
O acordo aplica-se exclusivamente a artigos cuja data de aceite editorial esteja compreendida entre 1º de janeiro de 2026 e 31 de dezembro de 2028. Independentemente da data de submissão, artigos aceitos fora desse intervalo não são elegíveis para o custeio da APC no âmbito deste acordo.
Os autores devem também atender aos critérios CAPES de elegibilidade de Autores (ver mais abaixo).
Como funciona o processo?
1 – Seleção do periódico: escolha um periódico elegível no escopo do acordo. Consulte a seção Periódicos abaixo para verificar os títulos incluídos.
2 – Submissão: envie seu artigo pelo sistema de submissão do periódico escolhido. Use sempre seu e-mail institucional – essa é uma das maneiras de validar sua elegibilidade.
3 – Opções de publicação: o sistema apresentará opções personalizadas, incluindo acordos relevantes como o da CAPES. Em periódicos híbridos, você será perguntado se deseja publicar em acesso aberto (essa escolha pode ser confirmada novamente após a aceitação). Em seguida, aparecerão as opções de licenças e você deverá confirmar a licença CC BY, obrigatoriamente, conforme estabelecido pela Portaria CAPES nº 120.
4 – Aceite do artigo: caso o artigo seja aceito, você receberá um e-mail com um link para o “percurso do autor pós-aceitação”.
5 – Confirmação: revise e confirme sua afiliação e dados de financiadores da pesquisa. O sistema mostrará opções personalizadas, incluindo a publicação sob este acordo entre CAPES e Elsevier (selecione esta opção).
6 – Validação: a CAPES validará a elegibilidade do autor correspondente e tomará a decisão final sobre o custeio da APC.
7 – Confirmação: você e seus coautores receberão um e-mail confirmando que a APC será coberta pelo acordo firmado entre a CAPES e a Elsevier.
Quais autores e instituições estão cobertos por este acordo?
Este acordo contempla autores correspondentes afiliados a instituições participantes do Portal de Periódicos da CAPES, listadas neste acordo, segundo as normas vigentes da agência.Clique aqui para ver a lista de Instituições
Quais periódicos estão incluídos neste acordo?
Autores podem publicar artigos em uma ampla variedade de periódicos híbridos da Elsevier, que abrangem diferentes áreas do conhecimento.Clique aqui e encontre uma revista participante
Para saber mais sobre os benefícios da publicação em acesso aberto com a Elsevier, visite nosso site: https://www.elsevier.com/researcher/author/open-access
Aspectos financeiros e limitações
O acordo cobre exclusivamente a Taxa de Processamento de Artigo (APC) dentro de periódicos híbridos da Elsevier. Custos editoriais adicionais eventualmente cobrados pelos periódicos, tais como páginas excedentes, figuras coloridas ou materiais suplementares, não estão incluídos e permanecem sob responsabilidade dos autores.== Perguntas Frequentes ==
Quem é o autor correspondente?
É o autor que submete o manuscrito e atua como contato principal com o periódico. Sua afiliação é usada para determinar a elegibilidade.
Quais opções de licença se aplicam?
Nos termos deste acordo, os autores devem escolher única e exclusivamente, mesmo aparecendo outras opções, a licença Creative Commons CC BY, obrigatoriamente, em conformidade com a Portaria No 120, e suas alterações. Aprenda mais sobre as licenças Creative Commons: https://creativecommons.org/share-your-work/cclicenses/
Quais tipos de artigo são cobertos?
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Relatos de caso
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Data in Brief
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Artigos completos
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Micro-artigos
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Publicações de software original
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Diretrizes de prática
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Protocolos
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Relatórios registrados
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Protocolos de relatórios registrados
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Estudos de replicação
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Artigos de revisão
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Comunicações curtas
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Pesquisas rápidas
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Artigos em vídeo
Há fatores que podem afetar minha elegibilidade como Autor?
Sim. A elegibilidade depende de:-
Tipo de periódico (híbrido ou totalmente OA)
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Periódico estar na lista de revistas do acordo firmado
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Data de aceite dentro do período de vigência do acordo
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Tipo de artigo
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Adoção obrigatória da licença Creative Commons CC BY
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Vinculação institucional do autor correspondente a instituição participante do acordo conforme art. 10, da Portaria CAPES nº 120, de 26 de abril de 2024
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Existência de identificador ORCID único associado ao autor correspondente
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Vinculação do identificador ORCID do autor correspondente ao perfil CAPES, por meio do sistema meusdados.capes.gov.br
___________________________________________Fonte: ELSEVIER. Acordo entre CAPES e Elsevier. Jan. 2026. Disponível em https://www.elsevier.com/pt-br/open-access/agreements/brazil Acesso em: 15 jan. 2026. -
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Capes oferece treinamento Especial sobre Acordo com Springer Nature
CAPES/MEC oferecerá, em janeiro, aos usuários do Portal de Periódicos o curso “Como publicar seu artigo em Acesso Aberto sem custo com o acordo CAPES e Springer Nature”.No dia 30, a palestra será ministrada por Andréa Gonçalves, representante da Springer Nature.
Os treinamentos do Portal de Periódicos são realizados na plataforma ConferênciaWeb, que permite ao usuário se comunicar com a mediadora do Portal e enviar mensagens pelo chat. Consulte a lista completa de treinamentos disponíveis.
Inscrições
Para se inscrever, caso não tenha cadastro, acesse ENTRAR (no canto superior direito do site do Portal de Periódicos) e clique em REGISTRE-SE. Após a realização do cadastro, acesse com seu usuário e senha o espaço ENTRAR. Ao acessar o treinamento desejado, clique em Solicitar inscrição e depois em Sim.Faça sua inscrição e aguarde a confirmação por e-mail. Você receberá o link para a sala virtual com todas as orientações de acesso e terá certificado de participação após o treinamento. Lembrando que é necessário se identificar primeiro na opção Entrar para visualizar as turmas com inscrições abertas. Caso tenha alguma dúvida, entre em contato com a equipe pelo e-mail treinamento.periodicos@capes.gov.br.
Sobre o Portal de Periódicos
Criado em 2000, o Portal de Periódicos tem a participação de 452 instituições de ensino e pesquisa, o que representa um potencial de mais de seis milhões de usuários, entre professores, pesquisadores, funcionários e estudantes, com acesso à melhor produção científica internacional. A plataforma, um dos maiores acervos científicos virtuais do mundo, tem contribuído para o fortalecimento da pós-graduação no País e para a integração da comunidade científica brasileira.Confira a agenda completa: Treinamentos – Janeiro/2026.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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CAPES consortium – Springer Nature: leia e publique artigos sem custos
A CAPES e a editora Springer Nature assinaram um acordo de Leitura e Publicação de artigos (Read and Publish Agreements – sigla em inglês).O acordo beneficia 435 instituições elegíveis, com acesso irrestrito a 1.763 títulos de periódicos. Destes, 1.738 são títulos híbridos aptos para receber publicação em acesso aberto e os autores não precisam pagar taxa de publicação de artigos.
A Capes é responsável pelo atendimento às dúvidas e pela gestão dos acordos em conjunto com os editores internacionais.
== Diretrizes CAPES ==
A CAPES ressalta que, para garantir a conformidade com as diretrizes, os autores devem atender aos seguintes requisitos:
1 – Ter vínculo ativo com as instituições participantes do PADICT;
2 – Possuir identificador ORCID cadastrado no sistema meusdados.capes.gov.br;
3 – Submeter o artigo utilizando um e-mail institucional;
4 – Selecionar, obrigatoriamente, a licença Creative Commons CC-BY no ato da submissão, conforme estabelecido pela Portaria nº 120, e suas alterações.
Saiba mais sobre o Acordo Capes Springer Nature:
Com esses novos acordos, a CAPES reafirma seu papel estratégico na promoção do acesso aberto, na valorização da produção científica nacional e na democratização do acesso ao conhecimento. A iniciativa fortalece a presença do Brasil no cenário global da comunicação científica e contribui para uma ciência mais acessível, colaborativa e transformadora.
Confira a lista de acordos Capes vigentes AQUI
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Fonte: CAPES. Capes Consortium Springer Nature. Informativo Capes, dez. 2025. Disponível em: https://www.periodicos.capes.gov.br/index.php/informativos/136-acordos-transformativos/4286-capes-consortium-springer-nature.html Acesso em: 14 jan. 2026.
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Acesso Aberto Diamante (Diamond OA): Promovendo o Conhecimento como um Bem Público
O acesso ao conhecimento científico continua sendo um dos maiores desafios para alcançar a equidade na educação, pesquisa, inovação e desenvolvimento global.
Barreiras sistêmicas e financeiras impedem que inúmeros pesquisadores e comunidades participem plenamente do progresso científico e se beneficiem dele.
Para enfrentar esses desafios, são necessárias abordagens transformadoras que tornem a ciência acessível a todos – não como um privilégio, mas como um direito universal.
O Acesso Aberto Diamond (Diamond OA) é um modelo de publicação acadêmica não comercial e impulsionado pela comunidade, que elimina as barreiras financeiras para autores e leitores.
No âmbito do Acesso Aberto Diamante, as publicações são acessíveis gratuitamente online, sem taxas de assinatura para leitores nem taxas de processamento de artigos (APCs) para autores.
Principais características do OA de diamante:
Liderados pela comunidade e centrados na academia : os modelos de Acesso Aberto Diamante são frequentemente operados por instituições acadêmicas, comunidades científicas ou redes de pesquisa. Eles enfatizam a integridade acadêmica, a transparência e a colaboração em detrimento do lucro.
Multilíngue e culturalmente inclusiva : a Diamond Open Access apoia diversas línguas e perspectivas culturais, promovendo a bibliodiversidade e possibilitando o compartilhamento de conhecimento além das fronteiras linguísticas e culturais.
Equidade e Acessibilidade : O Acesso Aberto Diamond promove a inclusão na pesquisa ao eliminar taxas. Permite a participação de pesquisadores em regiões com poucos recursos, apoiando assim os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Por que o Acesso Aberto Diamante?
O programa Diamond Open Access incorpora os princípios da Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta , em particular a abertura, a inclusão e a colaboração. Este modelo fortalece o acesso equitativo ao conhecimento, promove o multilinguismo e democratiza a ciência, apoiando a missão mais ampla da UNESCO de reduzir as lacunas de conhecimento e tecnologia em todo o mundo.
Entendendo os tipos de acesso aberto
Embora todos os modelos de Acesso Aberto (AA) busquem disponibilizar a pesquisa gratuitamente, eles diferem significativamente em termos de estrutura de custos e acessibilidade:
Acesso Aberto Dourado : Este modelo proporciona acesso gratuito e imediato às publicações, geralmente financiado por taxas de processamento de artigos (APCs) pagas pelos autores ou suas instituições. Os artigos ficam disponíveis imediatamente no site da editora, sem necessidade de assinatura.
Acesso Aberto Verde : permite que os autores depositem uma versão de seu trabalho (geralmente pré-publicações ou manuscritos aceitos) em repositórios abertos, normalmente após um período de embargo especificado pela editora. Essa abordagem também é conhecida como “auto-arquivamento”.
Acesso Aberto Diamante : Único entre os modelos de Acesso Aberto, o Acesso Aberto Diamante elimina tanto as taxas de publicação (APCs) quanto as taxas de assinatura, tornando-o totalmente gratuito para autores e leitores. Este modelo é frequentemente financiado por instituições acadêmicas, governos ou organizações sem fins lucrativos, com foco em equidade, inclusão e acessibilidade.
Na vanguarda dessa transformação na ciência está o Acesso Aberto Diamante, um modelo que garante que os resultados da pesquisa estejam disponíveis gratuitamente tanto para autores quanto para leitores.
A UNESCO adotou essa abordagem como um passo vital para concretizar sua visão da ciência como um bem público global. Esse compromisso foi reafirmado na Segunda Cúpula Global sobre Acesso Aberto Diamante, realizada na Cidade do Cabo, África do Sul, de 11 a 13 de dezembro de 2024.
Como parte do Comitê de Supervisão do evento, a UNESCO defendeu a implementação da Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta e contribuiu por meio de sua Consulta Global sobre Acesso Aberto Diamante, que reuniu mais de 1.200 contribuições multilíngues de todo o mundo. A consulta visa compreender os desafios regionais, promover a bibliodiversidade e garantir modelos de publicação inclusivos e orientados pela comunidade.
A Consulta Global da UNESCO sobre Acesso Aberto Diamante desempenhou um papel fundamental na identificação de necessidades regionais e prioridades compartilhadas, fornecendo informações valiosas obtidas por meio de um processo multilíngue.
Essa iniciativa, lançada em setembro de 2024, envolve pesquisadores, formuladores de políticas, editores e financiadores para explorar a importância de modelos de publicação equitativos, orientados pela comunidade e sem barreiras de acesso pago, que estejam alinhados aos princípios da Ciência Aberta.
Este trabalho amplifica as vozes de regiões sub-representadas, garantindo que diversas perspectivas sejam integradas em estruturas científicas globais.
Olhando para o futuro, a UNESCO mantém o seu compromisso de apoiar a adoção generalizada de políticas de Ciência Aberta. Reforça o apelo coletivo para desmantelar as barreiras sistémicas, promover a bibliodiversidade e fomentar uma maior solidariedade entre o Norte e o Sul globais.
Colaborações Norte-Sul, Norte-Sul-Sul e Sul-Sul para otimizar o uso da infraestrutura e estratégias conjuntas para plataformas compartilhadas, multinacionais, regionais e nacionais de ciência aberta, inclusive por meio da promoção de colaborações em pesquisa, compartilhamento de infraestruturas de ciência aberta, assistência técnica, transferência e coprodução de tecnologia relacionada à ciência aberta e troca de boas práticas sob termos mutuamente acordados.
O modelo de Acesso Aberto Diamante incorpora os princípios delineados na Recomendação da UNESCO sobre Ciência Aberta, defendendo a acessibilidade irrestrita à pesquisa científica como parte de um compromisso mais amplo com a equidade, a inclusão e o benefício coletivo.
Ao posicionar a ciência como um bem público global, a UNESCO enfatiza a necessidade de eliminar as barreiras que dificultam o compartilhamento de conhecimento e o progresso científico.
Fonte: UNESCO. Diamond Open Access: Advancing Knowledge as a Public Good. 2025. Disponível em: https://www.unesco.org/en/diamond-open-access Acesso em:16 dez. 2025.
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United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO)
