O ABCD Informa é um veículo de comunicação que busca reunir matérias selecionadas de interesse das Bibliotecas e da comunidade acadêmica da USP. Desejamos que o ABCD Informa faça parte de suas leituras!
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ABCD-USP fortalece diálogo com a Biblioteca da Faculdade de Direito
Visita institucional reforça papel estratégico das bibliotecas na USPA Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da Universidade de São Paulo (ABCD-USP) realizou visita institucional à Biblioteca da Faculdade de Direito da USP (FDUSP) no Largo de São Francisco, no dia 3 de março de 2026, com o objetivo de ampliar o diálogo estratégico com as bibliotecas da Universidade e alinhar prioridades para a gestão 2026–2030.
A agenda incluiu reunião na Sala da Diretoria da Faculdade de Direito com a Diretora, Profa. Dra. Ana Elisa Bechara, evidenciando o papel estruturante da Biblioteca no apoio às diretrizes acadêmicas e institucionais da unidade. Também participaram do encontro a Diretora da Biblioteca, Maria Lucia Beffa, e a bibliotecária Silvia Mara de Andrade Jastwebski, em diálogo técnico voltado às demandas prioritárias da unidade.
Durante a reunião, foram discutidos temas centrais para o fortalecimento da Biblioteca bicentenária da FDUSP, com destaque para:
– ampliação e qualificação do acervo;

– estratégias de digitalização e preservação digital;
– organização e representação da informação;
— acesso a conteúdos internacionais especializados.
A Diretora da FDUSP, Profa. Dra. Ana Elisa Bechara, ressaltou a relevância da aproximação institucional:
“A Biblioteca é o coração desta Faculdade e quanto mais investimentos tivermos, mais nossos alunos avançam em conhecimento e pesquisa”, afirmou, destacando ainda a importância das parcerias, especialmente no contexto das comemorações dos 200 anos da Faculdade de Direito da USP.
Na mesma linha, a Diretora da Biblioteca, Maria Lucia Beffa, enfatizou desafios estruturais relacionados à composição do acervo:
“Temos avançado na ampliação do acervo nacional, mas ainda enfrentamos dificuldades na obtenção de títulos internacionais, fundamentais para o desenvolvimento da pesquisa jurídica”, pontuou.
O Presidente da ABCD-USP, Prof. Dr. Francisco Carlos Paletta, destacou que a visita integra um conjunto de ações institucionais voltadas à escuta ativa das bibliotecas da USP, com vistas à construção de uma agenda estratégica alinhada às transformações contemporâneas da Biblioteconomia e Ciência da Informação bem como com as oportunidades e desafios da Gestão 2026 – 2030:
“Reafirmamos o papel das bibliotecas como infraestruturas críticas do conhecimento, fundamentais para a disseminação científica, promoção do acesso aberto, preservação da memória institucional e apoio à inovação acadêmica”.
A visita reforça o compromisso da ABCD-USP em atuar de forma articulada com as bibliotecas e suas respectivas unidades, contribuindo para o desenvolvimento de políticas integradas de gestão da informação, transformação digital e valorização dos acervos científicos e culturais da Universidade.
Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da Universidade de São Paulo tem como missão coordenar, articular e fortalecer as bibliotecas da USP, promovendo a excelência na gestão da informação, inovação em serviços informacionais e ampliação do acesso ao conhecimento científico.
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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais ABCD-USP e Biblioteca da FDUSP
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Teses e dissertações da USP estão disponíveis para consulta em nova plataforma com buscas mais precisas
Novo site da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações otimiza buscas avançadas no acervo histórico com consultas altamente elaboradas, refinadas e precisas, além de garantir responsividade em dispositivos móveisO Centro de Tecnologia da Informação de São Carlos (Ceti-SC), vinculado à Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da USP, concluiu a reformulação completa da interface pública do site Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). O projeto substitui uma estrutura antiga e estática, vigente desde a inauguração da plataforma em 2001, que apresentava muitas limitações de usabilidade e de adaptação aos dispositivos móveis contemporâneos. A nova versão do portal, acessível no endereço http://teses.usp.br, preserva o núcleo funcional do ecossistema e introduz melhorias na experiência de navegação, tornando o vasto patrimônio científico da instituição mais acessível e responsivo.
Esta é uma reprodução da matéria publicada no Jornal da USP [1]
O principal objetivo estratégico dessa modernização foi a implantação de tecnologias atuais capazes de dinamizar e democratizar o acesso à pesquisa de pós-graduação. Fundada há 25 anos, a biblioteca digital consolidou-se como um dos pilares de consulta da produção acadêmica da USP. Ao longo de sua trajetória, o sistema tem sido continuamente alimentado com novos trabalhos submetidos pelos Serviços de Pós-Graduação (SPGs), contando com o respaldo técnico e metodológico da Agência Bibliotecas e Coleções Digitais (ABCD) e das respectivas bibliotecas de todas as unidades da Universidade. Paralelamente ao fluxo de novas defesas, a plataforma coordena um processo perene de retroalimentação e digitalização de teses e dissertações defendidas em períodos anteriores à sua criação, de modo que o acervo hoje resguarda registros históricos datados desde 1942.
“Dentre as modificações mais significativas implementadas pelo Ceti-SC, destaca-se o aprimoramento completo do formulário de busca”, ressalta Edmar Martineli, analista de sistemas do Ceti-SC. Segundo ele, o mecanismo foi totalmente reestruturado para permitir que estudantes, docentes, pesquisadores e a comunidade externa realizem consultas altamente elaboradas, refinadas e precisas. A engenharia da nova barra de pesquisas opera de maneira substancialmente mais intuitiva do que a anterior, mitigando barreiras de filtragem e facilitando a localização de dados específicos dentro do universo de dezenas de milhares de publicações armazenadas no acervo.
Na parte técnica do desenvolvimento da nova interface, a equipe de analistas recorreu a ferramentas de inteligência artificial para otimizar as etapas críticas de engenharia de software. A IA foi empregada de forma assistiva na elaboração da interface com o usuário (UI/UX), na geração automatizada de códigos de programação e na modelagem de consultas complexas estruturadas diretamente para a base de dados. De acordo com o corpo técnico, a integração dessa tecnologia foi determinante para acelerar o cronograma de desenvolvimento, corrigir falhas estruturais e conferir robustez à arquitetura da plataforma renovada.
Sob a liderança da superintendente da STI, professora Fátima Nunes, e do diretor do Ceti-SC, professor Júlio Cezar Estrella, o projeto reafirma as diretrizes institucionais voltadas à ciência aberta. Ao entregar uma plataforma que alia eficiência computacional a um design universal, a renovação da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações reforça o compromisso da USP com os eixos de preservação rigorosa, organização metódica e disseminação ampla do conhecimento científico gerado em suas dependências, ampliando sensivelmente o impacto e a visibilidade pública de sua excelência acadêmica.
Confira a nova plataforma da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações: https://www.teses.usp.br
== Referência ==
LEÃO, Lea. Teses e dissertações da USP estão disponíveis para consulta em nova plataforma com buscas mais precisas. Jornal da USP, 21/05/2026. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=1010129
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Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários
Levantamento mapeou revistas afiliadas a instituições de ensino superior ou aos seus departamentos em 148 paísesEsta é uma reprodução da matéria original publicada na revista Pesquisa Fapesp [1]
Um mapeamento global sobre periódicos universitários, aqueles afiliados a instituições de ensino superior ou aos seus departamentos, encontrou 19.414 títulos ativos em 148 países.
Há uma alta concentração desse tipo de publicação em poucas nações, sendo que Estados Unidos (2.188 títulos), Indonésia (2.131 títulos) e Brasil (1.530 títulos) ocupam os primeiros lugares [2].
Apenas 10 países representam 62,92% de todos os periódicos universitários identificados no diretório internacional Ulrichsweb, a principal base usada no levantamento do estudo (ver infográfico abaixo). Quase metade deles opera em acesso aberto. Os dados foram divulgados em janeiro de 2026 em um artigo na revista científica Scientometrics, assinado por pesquisadores do Centro Leibniz de Informação para Ciência e Tecnologia (TIB), na Alemanha, e das universidades de Tampere, na Finlândia, e Hacettepe, na Turquia.
Esses periódicos são publicados por uma diversidade de unidades dentro das instituições de ensino superior, como bibliotecas, editoras universitárias, departamentos acadêmicos e faculdades.
De acordo com o artigo [2], eles desempenham um papel essencial no apoio a modelos de disseminação do conhecimento e são localmente enraizados. Muitos são abertos e não comerciais. “Revistas universitárias multilíngues e de acesso aberto desempenham um papel fundamental na democratização da ciência e no apoio à sua diversidade”, disse a Pesquisa FAPESP a primeira autora do artigo, a especialista em comunicação científica Maryna Nazarovets, que faz pós-doutorado no Centro Leibniz [2].
Ela destaca que 45,9% dos mais de 19 mil periódicos estão indexados no Diretório de Revistas de Acesso Aberto (Doaj) e, desses, três quartos operam no modelo de acesso aberto diamante, que não cobra taxas dos autores nem dos leitores. Nazarovets avalia que, ao disponibilizar gratuitamente os resultados de pesquisa, essas publicações ampliam o acesso ao conhecimento, especialmente em regiões com menos recursos, reduzindo desigualdades globais.
O trabalho utilizou o Ulrichsweb como fonte principal de dados, complementados com registros das bases Scopus, da editora Elsevier, Web of Science, da Clarivate, e OpenAlex, da organização OurResearch, além do Doaj.
De acordo com o estudo, as ciências sociais e as humanidades dominam o perfil disciplinar desses periódicos, que têm grande diversidade linguística. Mais de um terço deles publica exclusivamente em idiomas que não o inglês. “Publicar não apenas em inglês ajuda a fortalecer tradições acadêmicas locais, torna a pesquisa mais acessível às comunidades e formuladores de políticas nacionais e apoia temas que podem ser negligenciados por revistas globais”, observa Nazarovets.
Para ela, a proeminência brasileira no panorama das revistas universitárias parece refletir uma combinação de fatores. “Em primeiro lugar, o Brasil é um país grande, com um sistema bem desenvolvido de universidades públicas.
Para muitas dessas instituições, ter seus próprios títulos é parte integrante da infraestrutura acadêmica, assim como possuir bibliotecas ou laboratórios”, observa, ressaltando também o papel do sistema nacional de avaliação da pós-graduação organizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que cria uma demanda constante por canais de publicação e incentivou o crescimento de revistas nacionais, incluindo aquelas vinculadas a universidades. “Evidentemente, a experiência de outros países mostra que esse tipo de demanda não leva automaticamente a publicações de alta qualidade, mas ajuda a explicar por que novas revistas continuam surgindo”, afirmou.
Nazarovets destaca que seu estudo não avaliou esses periódicos a partir de métricas de desempenho baseadas em citações. “Os títulos analisados refletem contextos regionais, institucionais e editoriais muito diversos. Por essa razão, seria cauteloso evitar conclusões amplas sobre qualidade ou impacto.” A pesquisadora também ressalta o pioneirismo do Brasil em publicações de acesso aberto, como o programa SciELO, criado em 1996 com apoio da FAPESP.
Sigmar de Mello Rode, ex-presidente da Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec-Brasil), conta que há uma razão histórica para a criação de um grande volume de revistas científicas universitárias no Brasil. “Na década de 1990, quando o MEC [Ministério da Educação] avaliava os cursos de pós-graduação, uma das perguntas era: ‘A universidade tem revista própria?’. Fui avaliador nesse período”, conta Rode, professor do Departamento de Materiais Odontológicos e Prótese da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de São José dos Campos. Para ele, isso funcionou como um importante indutor para que essas instituições passassem a criar periódicos científicos.
Rode ressalta que as revistas universitárias têm papel central na comunicação científica, uma vez que difundem o conhecimento no ambiente em que ele é gerado. No entanto, enfrentam desafios importantes, como combater a endogenia – quando a revista de um programa de pós-graduação publica muitos estudos de seus próprios pesquisadores – e conseguir a sustentabilidade financeira. “Esses periódicos dependem de recursos institucionais cada vez mais escassos, o que tem levado algumas delas a cobrar pelas taxas de publicação [APC]”.
Washington Segundo, coordenador-geral de informação científica no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Técnica (Ibict), que não participou do estudo, lembra que, entre os anos 2000 e 2015, houve um movimento capitaneado pelo Ibict para que as universidades e instituições de pesquisa lançassem suas revistas de acesso aberto. “Nesse período, o Ibict oferecia ações de treinamento do software livre Open Journal Systems (OJS) para que as instituições criassem periódicos”, explica Segundo, professor do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação do Ibict.

Ele avalia o levantamento da Scientometrics como relevante e difícil de realizar porque muitos periódicos universitários não disponibilizam seus metadados. E alerta que o mapeamento possivelmente está incompleto, porque muitas dessas revistas não aparecem nas bases internacionais usadas, em geral por limitações técnicas, como não terem assinatura de um serviço de DOI, o Digital Object Identifier, para seus artigos. Os números encontrados pelos pesquisadores europeus são diferentes dos levantados pelo Ibict por meio do portal Miguilim, plataforma que reúne e organiza periódicos científicos do país: em março, o Brasil tinha 5.274 revistas científicas cadastradas e 4.999 ativas. Desse total, 2.705 são vinculadas a universidades e instituições de pesquisa.Manter uma revista acadêmica universitária operando é desafiador, avalia a dentista Ana Carolina Magalhães, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), campus de Bauru. Há três anos, ela é editora do Journal of Applied Oral Science (Jaos), uma das 204 publicações científicas ligadas à USP. A revista, que integra a biblioteca SciELO desde 2003 e opera no modelo diamante, recebe cerca de 800 submissões por ano e publica em média 90 artigos, de 66 países.
Entre os principais desafios, Magalhães destaca a manutenção da sustentabilidade financeira e da mão de obra qualificada, além da necessidade de encontrar bons pareceristas. Com mais de 30 anos, a revista do curso de odontologia tem duas editoras-chefes não remuneradas, enquanto três bibliotecários da universidade dedicam parte do seu tempo às questões operacionais da publicação.
O custo total anual da Jaos gira em torno de R$ 386 mil, sendo 74% financiados pela USP e 26% por fontes externas. “Esse modelo exige busca contínua por editais de fomento interno e externo, como os da Capes e do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico], já que não há financiamento permanente”, explica a bioquímica. “Mantemos nosso fator de impacto entre 2,5 e 3, um bom padrão de qualidade. Publicamos em inglês para ampliar visibilidade internacional”, observa. Magalhães aponta que a Jaos mantém índices de endogenia em torno de 12 a 15%, considerado baixo.
Esse mesmo cuidado é adotado pela RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, criada em 2003, destaca o bibliotecário Gildenir Carolino Santos, editor-chefe da publicação e coordenador do Portal de Periódicos Eletrônicos Científicos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A revista, que publica de 30 a 35 artigos anualmente, tornou-se bilíngue em 2016, foi indexada na Scopus em 2018, no SciELO entre 2022 e 2023 e, mais recentemente, no Web of Science. A gestão é bastante enxuta: além do editor, que faz a maior parte do trabalho sozinho, há o apoio de uma bolsista e a colaboração pontual de uma editora científica e de membros do comitê editorial. Segundo Santos, o índice de endogenia é de no máximo 15%. O Portal de Periódicos da Unicamp reúne hoje 33 títulos ativos. A maior parte é financiada pelo próprio portal e conta com recursos de editais específicos para publicação de periódicos patrocinados pela Pró-reitoria de Pesquisa da universidade.
Outra iniciativa da Unicamp é a Incubadora de Periódicos Científicos, Acadêmicos e Educacionais, voltada a revistas em estágio inicial, muitas vezes ligadas à pós-graduação e concentradas nas ciências humanas e sociais. A incubadora oferece orientação e exige planejamento estratégico para que os títulos evoluam e possam ingressar no portal. “Os periódicos universitários são fundamentais para a comunicação científica, mas dependem de boas práticas e organização profissionalizada. Eles fortalecem áreas pouco contempladas por grandes editoras e contribuem para a disseminação do conhecimento produzido nas universidades”, avalia Santos.
A Revista Dados, uma publicação de ciências sociais fundada em 1966, vinculada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), tem cinco colaboradores remunerados e a contribuição do conselho de editores associados independentes, que ajudam a recrutar pareceristas. O periódico recebe em média 250 artigos por ano e publica 40. “Em termos financeiros, enfrentamos crises profundas. Mas o financiamento editorial no Brasil vive uma crise há décadas, com minguados recursos das agências de fomento”, diz o sociólogo Luiz Augusto Campos, editor-chefe da Dados e pesquisador da Uerj. Atualmente a revista é financiada em parte com os recursos da especialização paga do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj, além de aportes do instituto e de editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e do CNPq. Ele ressalta a importância das revistas universitárias, principalmente nas ciências humanas e sociais. “Essas áreas disciplinares, que se conectam mais a problemas de pesquisa nacionais, costumam ser relegadas pelo mundo editorial internacional”, diz.
== Referências ==
[1] SCHIMIDT, Sarah. Brasil ocupa 3º lugar entre os países com mais periódicos científicos universitários. Pesquisa Fapesp, 363, maio 2026. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/brasil-ocupa-3o-lugar-entre-os-paises-com-mais-periodicos-cientificos-universitarios/ Acesso em 26 maio 2026. (A reportagem acima foi publicada com o título “A diversidade das revistas universitárias” na edição impressa nº 363 de maio de 2026.)
[2] NAZAROVETS, M. et al. University journals in the global academic publishing landscape: Mapping over 19,000 diverse titles based on Ulrichsweb data. Scientometrics. v. 131. jan. 2026. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11192-025-05535-4 Acesso em 26 maio 2026.
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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais ABCD/USP
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Gestão de Dados Científicos Abertos: a experiência da University of California (UC)
Dados Abertos é o movimento para tornar os conjuntos de dados de pesquisa abertos, permitindo assim o compartilhamento, a reutilização e a transparência dos resultados da pesquisa. Semelhante ao movimento de Acesso Aberto para artigos, os Dados Abertos são essenciais para o avanço da pesquisa em ciências e humanidades.Embora existam muitas razões para tornar seus dados de pesquisa acessíveis e reutilizáveis, aqui nos concentraremos em dois grupos de motivações: exigências políticas e benefícios individuais e disciplinares.
Esta matéria é uma tradução livre e editada do conteúdo publicado no Office of Scholarly Communication – The University of California [1]
== Benefícios dos dados abertos ==
Cada vez mais financiadores , editoras ( PLOS , Elsevier , Springer-Nature e outras), instituições e demais partes interessadas no setor de pesquisa exigem que os pesquisadores tornem seus dados publicamente acessíveis. Veja, por exemplo, os requisitos do plano de gestão de dados da Fundação Nacional de Ciência (NSF) e dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) . Em 2022, o Escritório de Políticas de Ciência e Tecnologia (OSTP) atualizou a política de acesso público para aumentar o número de agências federais com requisitos de compartilhamento de dados e tornar as publicações e pesquisas financiadas com recursos públicos livremente acessíveis, sem embargo ou custos
Crédito – A citação de dados e as altmétricas conferem o devido reconhecimento aos pesquisadores.
Eficiência – Dados abertos evitam a duplicação de esforços, acelerando as descobertas.
Facilidade de descoberta – Conjuntos de dados abertos são mais fáceis de encontrar e citar.
Qualidade – O acesso aberto promove elevados padrões de curadoria de dados.
Integridade – Dados abertos garantem pesquisas completas e verificáveis.
Colaboração – Permite a colaboração entre pesquisadores.
== Planejamento e gerenciamento de dados de pesquisa ==
Tornar seus dados abertos – e atender a outros requisitos de financiadores e instituições – será mais fácil se você planejar com antecedência. Você pode criar planos de gerenciamento e compartilhamento de dados que atendam aos requisitos institucionais e de financiadores com a DMPTool .
A ferramenta DMPTool é gratuita e oferece suporte para uma variedade de problemas, incluindo:
Os pesquisadores enfrentam cada vez mais novas expectativas e obrigações em relação à gestão de dados. Para avaliar e aprimorar suas práticas de gestão de dados ao longo de um projeto de pesquisa nesse cenário desafiador, consulte o Guia de Gestão de Dados de Pesquisa para Pesquisadores.
== Como abrir seus dados ==
Formatos de arquivo
Documentação de dados
Geração de um identificador persistente para planos e para os dados..
Existem diversas opções para tornar os dados abertos e citáveis:
Um repositório específico de domínio ou um repositório geral . Existem muitos padrões de domínio para tornar os dados publicamente acessíveis. Se você não tiver certeza se o seu domínio possui um padrão ou se preferir usar um repositório geral, pode consultar os guias de repositórios das editoras , o re3data ou, em alguns casos, as bibliotecas universitárias oferecem serviços de consulta de dados ( Recursos do Campus ).
== Fatores importantes a considerar ao compartilhar dados ==
Documentação – Forneça documentação clara (por exemplo, um arquivo README ) explicando o contexto e a metodologia.
Formato – Utilize formatos e convenções de nomenclatura padronizados para acessibilidade.
Licença – Aplique uma licença aberta (por exemplo, CCO ou CC BY ) para definir os usos permitidos dos dados.
Publicar – Depositar dados em um repositório que atenda aos requisitos das Características Desejáveis de Repositórios de Dados .
Citar – Obtenha um DOI para os dados e use os IDs ORCID para citar, rastrear e receber o devido crédito pela pesquisa.
Anonimizar – Remover ou desidentificar informações que possam causar danos às comunidades, a fim de garantir a proteção de informações sensíveis e a reutilização dos dados de pesquisa.
== Referência ==
UNIVERSITY OF CALIFORNIA. Office of Scholarly Communication. Data Sharing Policies & Tools. Disponível em: https://osc.universityofcalifornia.edu/for-authors/open-data/ Acesso em: 25 maio 2026.
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Guia rápido do Acesso CAFe ao Portal de Periódicos da CAPES
Apresentamos aqui o mais recente Guia rápido do Acesso CAFe ao Portal de Periódicos da Capes, que está disponível neste LINKO acesso via CAFe permite utilizar o acervo do Portal de Periódicos da CAPES de fora da universidade.
Acesse o Portal de Periódicos da CAPES, clique em “Acesso CAFe” no topo esquerdo da página, selecione sua instituição na lista e faça login com suas credenciais acadêmicas.
Em caso de dúvidas consulte as Perguntas Frequentes
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26/05 – 15h Treinamento Acadêmico: PQDT Global como Fonte Estratégica para Pesquisadores e Pós‑Graduandos
Você já conhece a Base de dados Proquest Dissertation and Theses Citation (PQDT) Index ?Saiba mais participando deste treinamento para a comunidade da USP.
O treinamento abordará boas práticas de uso da base, estratégias de exploração de teses e dissertações e vantagens do PQDT Global para apoiar pesquisas de alto impacto e atividades de pós‑graduação. Fique à vontade para divulgar o convite entre pesquisadores, docentes, pós‑graduandos e toda comunidade acadêmica, que considerar pertinentes.
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A coleção com curadoria mais abrangente do mundo de dissertações e teses multidisciplinares de todo o mundo, oferecendo mais de 5 milhões de citações e 3 milhões de trabalhos integrais de milhares de universidades.
Webex PQDT Global como Fonte Estratégica para Pesquisadores e Pós‑Graduandos
Data: 26 de maio de 2026, terça-feira
Horário: 15h00 – 16h00Link para inscrição
https://clarivatesupport.webex.com/weblink/register/r8ba87ce91a2b2cc36d24664b554eb97aMinistrante: Ana Remor (CLarivate)
Nas dissertações e teses há uma riqueza de estudos, mas muitas vezes é negligenciada porque a maioria não é publicada. Descubra novas ideias e inovações com mais segurança e eficiência.
Aprimore as revisões de literatura
Realize revisões bibliográficas mais abrangentes, incluindo trabalhos acadêmicos não publicados e perspectivas mais diversas.Descubra as tendências emergentes
Identifique áreas emergentes de pesquisa e os programas de pós-graduação que estão envolvidos nessa pesquisa.Incorpore novas fontes em seu estudo
Explore os detalhes das metodologias de pesquisa que não foram publicadas em periódicos com revisão por pares.O acesso às Bases de Dados da Clarivate é aberto a toda a comunidade com vínculo USP, mediante o uso de computador com endereço de IP autenticado ou por acesso remoto VPN
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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais em parceria com a Clarivate
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25/05 – 10h – Webinar sobre o Acordo Capes Springer Nature: saiba tudo sobre ler e publicar sem taxas
A CAPES e a Springer Nature firmaram um acordo transformativo que permite aos autores de instituições participantes do Portal de Periódicos CAPES publicar artigos em acesso aberto em mais de 1.730 periódicos híbridos dos selos Springer e Academic Journals, com a taxa de processamento de artigos (APC) coberta pela CAPES.O acordo entre a CAPES e a Springer Nature está vigente desde o dia 1º de janeiro de 2026.
O acordo de três anos democratiza o acesso para todos os pesquisadores afiliados à CAPES, com a expectativa de disponibilizar uma média de 6.000 artigos por ano em Acesso Aberto (AA), permitindo que pesquisadores de mais de 400 instituições leiam e publiquem no portfólio de 1.730 títulos que são híbridos e aptos para receber publicação em acesso aberto.
Além disso, todos os usuários de instituições participantes podem desfrutar de acesso completo para leitura de mais de 1.770 periódicos na plataforma Springer Nature Link e Academic Journals na plataforma Nature.com
Este webinar apresentará informações sobre esse acordo, com foco nos critérios de elegibilidade para autores, no fluxo de submissão de manuscritos, e na seleção adequada de periódicos para publicação. O objetivo é orientar pesquisadores, docentes, pós-graduandos e bibliotecários sobre como utilizar o benefício da publicação em acesso aberto com os custos cobertos pela CAPES, além de aproveitar o acesso ampliado ao conteúdo editorial da Springer Nature, proporcionando ainda um espaço para esclarecimento de dúvidas da comunidade USP.
Saiba mais sobre o Acordo Capes com a Springer Nature participando deste Webinar.
Webinar sobre o Acordo Capes Springer Nature
Data: 25/05 Horário: 10h00-11h30
Inscrições: https://attendee.gotowebinar.com/register/7744715170304457051_________________________________________________
Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais em parceria com a Springer Nature
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Manifestação da ABCD em relação à situação da Biblioteca da FEUSP
A Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da Universidade de São Paulo (ABCD-USP) manifesta sua solidariedade institucional diante da grave ocorrência provocada pelas intensas chuvas do último domingo, que resultaram no comprometimento da estrutura física da Biblioteca da Faculdade de Educação e impactaram parte significativa do acervo da Unidade.Recebemos com profunda preocupação o relato acerca das infiltrações e do desabamento parcial do teto do prédio, bem como os danos ocasionados aos espaços e materiais bibliográficos. Trata-se de uma situação extremamente sensível, especialmente considerando a relevância acadêmica, científica, histórica e cultural do acervo da Biblioteca da Faculdade de Educação para a comunidade universitária e para a preservação da memória institucional da Universidade de São Paulo.
Ao mesmo tempo, registramos nosso reconhecimento à atuação imediata e dedicada da equipe da Biblioteca, que vem conduzindo ações emergenciais de salvamento, secagem, reorganização e mitigação de danos ao acervo atingido. Destacamos igualmente a importante mobilização solidária da comunidade da Faculdade de Educação e da USP — docentes, estudantes e servidores — cuja atuação coletiva demonstra o forte compromisso institucional com a preservação do patrimônio bibliográfico e documental da Universidade.
A Agência ABCD-USP coloca-se à disposição para colaborar no que for necessário, especialmente no apoio técnico relacionado às estratégias de avaliação de danos, recuperação, conservação, preservação e encaminhamento das demandas institucionais decorrentes deste episódio.
Renovamos nossa solidariedade à equipe da Biblioteca da Faculdade de Educação e reafirmamos nosso compromisso de apoio neste momento de grande desafio institucional.
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15/05 – 14h Webex Conheça a base referencial multidisciplinar Web of Science Coleção Principal
Você precisa de bases sólidas para avançar com segurança na pesquisa acadêmica?Saiba mais consultando a Web of Science Core Collection.
A Web of Science Core Collection é uma das base de dados de citações mais confiável do mundo, construída com base em uma rigorosa seleção editorial. A Web of Science Core Collection é um índice multidisciplinar com curadoria de uma equipe de editores especialistas independente de editoras.
Conheça a base referencial multidisciplinar Web of Science Coleção Principal
Data: 15 de maio de 2026 – Horário: 14h00 – 15h00
Transmissão Online Gratuita
Inscrições clique AQUI.Cada periódico, conferência e livro incluído passou por uma avaliação rigorosa com base em critérios de qualidade transparentes.
Isso significa que a confiabilidade das fontes já foi verificada para você — algo crucial no ambiente de pesquisa atual, onde fraudes e conteúdo predatório estão em ascensão. Se você precisa de dados de pesquisa confiáveis, selecionados e reconhecidos globalmente, o Web of Science é o padrão ouro para promover pesquisas de alta qualidade.
O processo de seleção editorial de artigos e trabalhos científicos é independente e rigoroso, aliado a sessenta anos de indexação consistente, precisa e completa, permite uma descoberta eficiente de pesquisas em um ambiente confiável.
Utilizando a Web of Science, é possível monitorar e avaliar as contribuições da pesquisa usando uma ampla gama de esquemas de classificação confiáveis, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, Tópicos de Citação dinâmicos e Categorias confiáveis da Web of Science.
Vá além da simples contagem de citações. Transformamos dados detalhados de referências citadas em recursos úteis que ajudam você a realizar buscas mais direcionadas, localizar artigos essenciais e compreender o “porquê” por trás da contagem de citações.
A ampla cobertura multidisciplinar de conferências ajuda você a encontrar descobertas de ponta, enquanto as atualizações diárias e um conjunto de alertas ajudam você a se manter atualizado sobre um tópico, monitorar a atividade da concorrência e acompanhar quem está citando seu trabalho e o trabalho de outros.
O acesso às Bases de Dados da Clarivate é aberto a toda a comunidade com vínculo USP, mediante o uso de computador com endereço de IP autenticado ou por acesso remoto VPN no link: https://apps.webofknowledge.com , bem como pelo Portal de Periódicos da Capes, a partir da busca em bases de dados.
Serão fornecidos Certificados aos inscritos que participarem integralmente do webinar.
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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais em parceria com a Clarivate
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12/05 – 14h Seminário Inteligência Artificial na Clarivate: inovação, eficiência e impacto institucional
A Clarivate convida você para o Seminário sobre Inteligência Artificial, um webinar online que mostrará como a IA está transformando as plataformas de pesquisa e gestão da informação para apoiar instituições acadêmicas e de pesquisa no fortalecimento da produção científica, na otimização de processos e na tomada de decisões estratégicas. Durante o encontro, serão explorados o papel estratégico da Inteligência Artificial, suas aplicações práticas para a descoberta, análise e uso eficiente da informação acadêmica, bem como as principais tendências e boas práticas no uso de IA para pesquisa, inovação e planejamento institucional.
A sessão destacará como essas tecnologias apoiam pesquisadores, bibliotecários e gestores em seus desafios diários:
Otimização de fluxos de trabalho acadêmicos e operacionais
Melhoria na qualidade, precisão e impacto da pesquisa científica
Apoio à tomada de decisões com base em dados confiáveis e análises avançadas
Maior eficiência no acesso, na gestão e no aproveitamento da informação
Fortalecimento do suporte à comunidade acadêmica — pesquisadores, docentes, bibliotecários e lideranças institucionais
Inscreva-se no webinar e descubra como a Inteligência Artificial da Clarivate pode gerar valor para sua instituição. Inscreva-se agora
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Bibliotecas e Livros alimentando a IA: conjuntos textuais de acesso público orientados à pesquisa
No dia 29 de abril de 2026 foi lançado o Relatório final do Public Interest Corpus White Paper – April 27 2026.
O relatório é fruto de mais de um ano de trabalho apoiado pela Fundação Mellon, no qual questiona-se como as bibliotecas de pesquisa podem disponibilizar dados de livros para treinamento de IA e pesquisa computacional de maneiras que atendam ao interesse público, em vez de reforçar a atual concentração de acesso a textos em um pequeno número de atores comerciais com muitos recursos.
Esta é uma tradução livre da matéria publicada pela Aliança de Autores e Dave Hansen.
Introdução ao Relatório
O rápido avanço da inteligência artificial representa uma das transformações tecnológicas mais significativas do século XXI, com profundas implicações para a pesquisa, a educação, a criatividade e a vida cívica. No entanto, o desenvolvimento e a implementação de sistemas de IA estão cada vez mais concentrados em um pequeno número de empresas de tecnologia bem financiadas.
Essa concentração decorre não apenas do acesso ao capital e das consequentes vantagens em infraestrutura computacional, mas também do acesso assimétrico e não regulamentado aos dados de treinamento.
Embora o acesso a conjuntos de dados em larga escala seja o principal pré-requisito para modelos de linguagem de última geração, acadêmicos e pesquisadores têm chamado a atenção para a importância da qualidade dos dados em corpora textuais ** usados para o treinamento de IA.
Muitos apontaram para a necessidade de conjuntos de dados curados e de alta qualidade, especialmente de coleções de bibliotecas, que contêm o registro mais abrangente e editorialmente refinado da humanidade em conhecimento, cultura e expressão.
Atualmente, muitos pesquisadores acadêmicos têm o acesso a esses dados negado para suas próprias pesquisas em IA devido a uma variedade de restrições legais, técnicas e financeiras. Nosso trabalho neste projeto demonstrou a necessidade de corpora textuais de acesso público, orientados à pesquisa e prontos para computação, para apoiar o trabalho acadêmico e o desenvolvimento de IA sem fins lucrativos.
A iniciativa Public Interest Corpus responde a esse desequilíbrio existente e necessidade premente, aproveitando a posição única das bibliotecas de pesquisa para expandir o acesso a dados de livros para treinamento de IA acadêmico e sem fins lucrativos e pesquisa computacional, garantindo assim que instituições e indivíduos com menos recursos possam obter acesso equitativo a fontes de dados valiosas.
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Já falamos sobre o ponto de partida deste projeto: os livros são hoje amplamente reconhecidos como alguns dos dados de treinamento de mais alta qualidade disponíveis para sistemas de IA — eles refletem processos editoriais contínuos e capturam registros históricos profundos do pensamento humano em diversas disciplinas e idiomas.
Bibliotecas de pesquisa os detêm em grande escala, muitas vezes já em formato digital. Mas o acesso a esses dados para o desenvolvimento de IA tem sido, até agora, amplamente determinado por quais atores comerciais têm os recursos para licenciá-los, extraí-los ou adquiri-los de alguma outra forma. Pesquisadores acadêmicos e organizações de interesse público de menor porte têm ficado, em sua maioria, à margem dessa discussão.
O projeto foi concebido para investigar se as bibliotecas poderiam mudar essa realidade, organizadas em torno de sua missão de interesse público e operando dentro das estruturas legais que já regem seu trabalho.
Ao longo de 2025, interagimos com pesquisadores, bibliotecários, autores, editores e tecnólogos por meio de workshops na Northeastern University, na NYU e no Gabinete da Reitoria da Universidade da Califórnia, além de apresentações no CNI, na Charleston Conference, no AI4Libraries e em outros eventos. O relatório sintetiza o que aprendemos sobre serviços, governança, estratégia jurídica e sustentabilidade. Algumas das principais conclusões:
As partes interessadas solicitaram consistentemente um serviço orientado para o acesso de pesquisadores acadêmicos e de organizações sem fins lucrativos, com acesso programático em massa para trabalhos computacionais e acesso voltado para a descoberta para estudantes e membros do público em geral.
Em vez de construir algo novo do zero, o relatório recomenda a parceria com um serviço de pesquisa já existente pertencente à academia — o HathiTrust, por exemplo, é um candidato natural, dado o alinhamento de sua missão, infraestrutura e relações de colaboração estabelecidas em toda a comunidade de bibliotecas de pesquisa.
A coordenação do fornecimento de recursos entre instituições, por exemplo, no que diz respeito ao envolvimento com parceiros comerciais de digitalização, deve estar inserida nessa estrutura, aproveitando as lições aprendidas em trabalhos anteriores, como no projeto Google Books, em que os termos, por vezes, restringiram o desenvolvimento de serviços bibliotecários subsequentes mais do que o necessário.
Nossa recomendação é que o Public Interest Corpus, focado em pesquisa não comercial e usos acadêmicos, opere estritamente dentro dessa linha estabelecida de casos, exercendo cuidado adicional quando características específicas de um uso — por exemplo, restrições contratuais de acordos de digitalização anteriores, aplicações comerciais subsequentes, verificação de pesquisadores independentes — justificarem atenção redobrada.
Este relatório encerra a fase de planejamento. O próximo passo é a implementação, que inclui identificar a instituição ideal e manter o diálogo com autores, editores e pesquisadores sobre como esse recurso deve evoluir. Nada disso é novidade para bibliotecas.
O que é novo é a escala e o momento, e a oportunidade de garantir que a próxima geração de ferramentas de IA seja construída sobre uma base que reflita o foco no apoio à pesquisa, à produção acadêmica e ao aprendizado.
Para isso, são necessários recursos, e estamos trabalhando para garantir o financiamento necessário para dar início a esse projeto (fiquem atentos para mais novidades nos próximos meses).
Agradecemos à Fundação Mellon pelo apoio a este trabalho e aos muitos membros do conselho consultivo, participantes dos workshops e entrevistados que contribuíram para a elaboração deste relatório. Em meu nome, sou grato ao meu co-investigador principal, Dan Cohen, da Northeastern University, a Thomas Padilla (atualmente na University of Nebraska-Lincoln) e a Giulia Taurino pelo excelente trabalho neste projeto. Você pode visitar o site do projeto em https://www.publicinterestcorpus.org .
Clique aqui nesta versão que permite a inclusão de comentários.
** Corpora textuais são grandes conjuntos estruturados de textos autênticos, orais ou escritos, armazenados eletronicamente para análise linguística e processamento de linguagem natural (PLN). Eles representam o uso real da língua, sendo anotados ou brutos, fundamentais para estudos de linguística, tradução, criação de dicionários e treinamento de IA.
== REFERÊNCIAS ==
[1] HANSEN, Dave; COHEN, Dan; PADILLA, Thomas; TAURINO, Giulia; Public Interest Corpus. Public Interest Corpus White Paper – April 27 2026. Disponível em: https://hdl.handle.net/2047/D20855959 Acesso em: 02 maio 2026.
[2] AUTHORS ALLIANCE; HANSEN, DAVE. The Public Interest Corpus: A Framework for Implementation. April 29, 2026. Disponível em: https://authorsalliance.substack.com/p/the-public-interest-corpus-final Acesso em: 02 maio 2026.
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08/05 – 14h Webex Conhecendo o Journal Citation Reports JCR e a ferramenta de análise ESI
Neste Webex, os pesquisadores, docentes, alunos e bibliotecários aprenderão mais sobre o que é o JCR e a ferramenta ESI, mantidas pela Clarivate. O evento foi organizado pela especialista Deborah Assis Dias (Clarivate).Data: 08 de maio de 2026
Horário: 14h00 – 15h00
Evento Online gratuito e aberto
Link: Inscreva-se AQUI.___________________________________________
O que é o Journal Citation Reports JCR e como ele pode mudar a vida do pesquisador?
O JCR é o recurso ideal para que o pesquisador tome decisões mais bem informadas, confiantes e imparciais com informações sobre os melhores periódicos internacionais para publicar seus artigos. Esta seleção aumenta as chances de seu artigo ser mais acessado e citado, projetando sua carreira internacional.
Avalie as principais revistas científicas do mundo.
Compreenda rapidamente o papel de cada periódico no cenário em constante evolução da publicação acadêmica para tomar decisões informadas sobre submissão de manuscritos, desenvolvimento de acervo e gestão de portfólio.
Fonte confiável e independente de inteligência de periódicos, o Journal Citation Reports JCR apresenta a avaliação de periódicos indexados na Plataforma Web of Science (Clarivate) com informações imparciais e neutras em relação às editoras, nas quais a comunidade de pesquisa confia há quase 50 anos. O Relatório exibe a relação entre citações de artigos e periódicos com links para a Web of Science Core Collection™.
Confira a Master Journal List da Web of Science: https://mjl.clarivate.com/search-results
Os periódicos são avaliados com vários indicadores, incluindo o Journal Impact Factor™ (JIF™), juntamente com estatísticas descritivas de acesso aberto e informações dos colaboradores.
O Journal Impact Factor é uma medida única em nível de periódico que não deve ser considerada isoladamente. Continuamos a aconselhar que o JIF é uma métrica útil, se usada responsavelmente como uma medida do desempenho de citação do periódico e da inteligência mais ampla do periódico, que leva em conta o tamanho do periódico.
Confira também a Lista anual dos pesquisadores mais altamente citados no mundo: Highly Cited Researchers 2025
Saiba mais sobre o JCR: Journal Citation Reports Help Center
Quer aprender mais sobre o Essential Science Indicators ESI?
A ferramenta ESI permite conhecer e acompanhar o panorama da pesquisa científica em âmbito mundial, analisando os resultados das publicações entre os principais especialistas nas ciências naturais e sociais.
A contagem de artigos para os Indicadores Essenciais de Ciência é derivada de periódicos indexados na Coleção Principal da Web of Science (apenas Science Citation Index Expanded e Social Sciences Citation Index) ao longo de um período de 10 anos e 12 meses.
Cada periódico é atribuído a uma das 22 áreas de pesquisa. No ESI, um periódico pode ser atribuído a apenas uma área. Periódicos como Science e Nature são categorizados como multidisciplinares, pois publicam pesquisas em diversas áreas. Esta lista de periódicos ESI será atualizada regularmente. A data de extração atual para a lista de periódicos é 12 de março de 2026. Saiba mais sobre as Categorias de Áreas de Pesquisa que agrupam as revistas.
Com o ESI, é possível identificar Frentes de pesquisa, que é um conjunto de artigos altamente citados ao longo de um período de cinco anos — denominados “artigos principais” — em um tópico especializado definido por uma análise de agrupamento. Também permite saber quais são os Hot Articles – Artigos de destaque, que são aqueles que recebem um grande número de citações logo após a publicação, em comparação com outros artigos da mesma área e época.
A lista de periódicos ESI, que inclui todos os títulos de periódicos ativos elegíveis para inclusão no Essential Science Indicators ™ , foi atualizada em 12 de março de 2026 para abranger um período de 10 anos e 12 meses, de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2025. Os dados são atualizados bimestralmente (seis vezes ao ano). Este é o sexto bimestre de 2025.
Saiba mais sobre o ESI: Essential Science Indicators User Guide
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O acesso às Bases de Dados da Clarivate é aberto a toda a comunidade com vínculo USP, mediante o uso de computador com endereço de IP autenticado ou por acesso remoto VPN , bem como pelo Portal de Periódicos da Capes, a partir da busca em bases de dados.
Serão fornecidos Certificados aos inscritos que participarem integralmente do webinar.
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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais em parceria com a Clarivate
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07/05 – 15h Webinar Armazenamento seguro para instituições de ensino e pesquisa
Participe do RNP+ 60 Minutos para conhecer o RAS, serviço de armazenamento seguro da RNP que fortalece a proteção de dados institucionais para ensino e pesquisa.Data: 07 de maio de 2026, às 15h
Evento online, gratuito e com vagas limitadas.
Garanta sua participação. Link: https://www.rnpmais.rnp.br/eventos/webinar-ras-rede-de-armazenamento-seguroSoberania digital e proteção de dados para o ensino e a pesquisa
As instituições do Sistema RNP convivem com o crescimento acelerado do volume de dados e com desafios cada vez mais complexos relacionados à proteção, disponibilidade e governança dessas informações. Em um cenário de dependência de infraestruturas externas, garantir mais controle sobre dados críticos passou a ser uma decisão estratégica para a continuidade institucional.RAS RNP: armazenamento seguro para instituições de ensino e pesquisa
O RAS é uma solução de armazenamento em nuvem ofertada pela RNP, desenvolvida para atender às necessidades do setor de ensino e pesquisa. Com foco em segurança, escalabilidade, previsibilidade de custos e aderência à legislação brasileira, o serviço apoia instituições na proteção de dados acadêmicos, administrativos e científicos.Uma infraestrutura nacional para fortalecer a gestão dos dados
Durante o evento, especialistas da RNP abordarão o papel da soberania digital na estratégia institucional e mostrarão como o RAS pode apoiar organizações que buscam mais autonomia, conformidade e continuidade operacional.Casos reais de uso no ecossistema acadêmico
O encontro também contará com a participação de instituições convidadas do Sistema RNP, que compartilharão experiências práticas sobre o uso do RAS no dia a dia. A proposta é mostrar como a solução contribui para fortalecer a proteção das informações e apoiar diferentes contextos de pesquisa, gestão e inovação._________________________________________
Rede Nacional de Pesquisa e Ensino – RNP
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07/05 – 14h Webex Conhecendo as bases que fazem parte da plataforma Web of Science
A Web of Science (WoS) é a principal plataforma mantida pela Clarivate, que oferece indexação abrangente de registros e mais de 3,3 bilhões de links de citações para descobrir pesquisas e realizar revisões de literatura, estudos cientométricos, bibliometria e descoberta de documentos científicos em 254 disciplinas, abrangendo 278 milhões de registros de metadados detalhados e 34 mil periódicos.A Web of Science permite realizar levantamentos bibliográficos sobre temas científicos gerais e específicos, por meio da busca por assunto, título de artigos, autor, instituição de pesquisa, palavras-chave, dentre outras formas de busca e aplicação de filtros, bem como verificar quais itens publicados citaram esta produção e quais foram citados por ela.
Webex Conhecendo as bases que fazem parte da plataforma Web of Science
Data: 07 de maio de 2026
Horário: 14h00 – 15h00
Evento online gratuito e aberto
Inscrições: clique AQUIAlém da Core Collection (Base principal), a Plataforma Web of Science permite o acesso a bases de dados selecionadas, que inclui Science Citation Index Expanded (1945-presente), o Social Sciences Citation Index (1956-presente) e o Arts & Humanities Citation Index (1975-presente).
A Coleção Principal reúne registros de periódicos, artigos, trabalhos de eventos, livros e capítulos de livros selecionados por editores especializados. Em muitos casos, o acesso aos textos completos está disponível por meio de integração com bases de dados de publishers internacionais.
O acesso às Bases de Dados da Clarivate é aberto a toda a comunidade com vínculo USP, mediante o uso de computador com endereço de IP autenticado ou por acesso remoto VPN no link: https://apps.webofknowledge.com , bem como pelo Portal de Periódicos da Capes, a partir da busca em bases de dados.
Serão fornecidos Certificados aos inscritos que participarem integralmente do webinar.
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Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais em parceria com a Clarivate
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Curso online e gratuito “Identificadores Persistentes” – inscreva-se!
Com o lançamento do programa Coleta+ e do Guia de Interoperabilidade da Pós-Graduação pela CAPES, o uso de identificadores persistentes tornou-se a infraestrutura fundamental para a integração de dados e a garantia da qualidade da informação científica brasileira.Nesse contexto, a CAPES, em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), disponibilizou o curso online e gratuito “Identificadores Persistentes“.
Esta iniciativa visa capacitar a comunidade acadêmica — bibliotecários, gestores, docentes e discentes — sobre a aplicação prática de PIDs como ORCID, DOI, ROR e ID Lattes.
== Detalhes do Curso ==
Formato: Online e assíncrono (acesse no seu ritmo).
Carga Horária: 10 horas.
Estrutura: 4 módulos que cobrem desde conceitos básicos até a aplicação prática nos sistemas da CAPES.
Investimento: Gratuito para toda a comunidade.
Por que participar? O domínio dessas ferramentas é essencial para que possamos apoiar nossos pesquisadores na criação e gestão de seus perfis, combatendo o “silêncio informacional” e garantindo o chamado “match perfeito” (vinculação unívoca entre autor, trabalho e programa) na Plataforma Sucupira.
Além disso, o fortalecimento dos nossos repositórios como “fontes ouro” dependerá diretamente da correta atribuição desses identificadores nos metadados.
Inscrições: O curso está disponível na plataforma da Escola Superior de Redes (ESR) da RNP, dentro da trilha de Ciência Aberta.
Site para inscrição: https://esr.rnp.br/curso/
introducao-a-identificadores- persistentes/ Contamos com o apoio das bibliotecas para a ampla participação e disseminação deste treinamento junto aos Programas de Pós-Graduação de suas unidades.
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Rede Nacional de Pesquisa e Ensino – RNP – Escola Superior de Redes
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04/05 – 9h30 “Dispositivos da memória na virada digital: saberes periféricos e algoritmos entre plataformas institucionais e redes proprietárias”
Convidamos todas e todos para palestra “Dispositivos da memória na virada digital: saberes periféricos e algoritmos entre plataformas institucionais e redes proprietárias”, com a Profa. Dra. Giulia Crippa, professora associada de Sociologia dos Processos Culturais e Comunicacionais da Universidade de Bolonha, Itália..Mediador: Dr. André Vieira F. de Araújo.A palestra, organizada pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação e pelo Curso de Gestão da Informação da UFPR, ocorrerá em formato presencial com transmissão pelo Youtube, e será ministrada em português.Data: 04 de maio de 2026Horário: 9h30.Transmissão pelo canal do PPGGI/UFPR, no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=pBK0OQIP4xk.Sobre a palestra:Na palestra, será apresentado o conceito de regime de recuperabilidade da memória para analisar as transformações dos dispositivos de memória no contexto digital.Partindo da distinção entre memória comunicativa e memória cultural, a reflexão discute como a visibilidade das memórias depende não apenas de sua arquivação e institucionalização, mas também das condições sociotécnicas que regulam o acesso à informação.A partir do caso do Wikifavelas, a palestrante propõe pensar como a democratização da produção de conteúdos não implica, necessariamente, a democratização de sua circulação, evidenciando o papel das plataformas e dos algoritmos na configuração da memória cultural.Palestrante:Giulia Crippa é professora associada da Universidade de Bolonha, Itália. Foi professora titular da Universidade de São Paulo. Suas pesquisas concentram-se em memória cultural, mediação da informação e imaginário social. Entre suas publicações recentes, destacam-se o capítulo “Frontiere: genere, razza e tecnologia nella serie 3%” (2025) e os artigos “Dissonâncias dos mosaicos da ‘Casa del mutilato’ de Ravenna” (2025) e “Patrimônio gastronômico, mobilidade turística e distinção” (2025).Site da palestrante: https://www.unibo.it/sitoweb/giulia.crippa2/ Será uma grande honra e oportunidade receber a Profa. Crippa na UFPR!Contamos com seu apoio, divulgação e participação!___________________________________________ -
Gravação do Workshop Coleta+ e Interoperabilidade da Plataforma Sucupira – 28/04
🔎 O que foi apresentado?✅ Nova forma de adesão ao Programa GoPG✅ Novas telas do Coleta de Dados✅ Integração com repositórios institucionais✅ Interoperabilidade e qualificação da informação científica✅ Lançamento do curso de Identificadores Persistentes📅 Data: 28 de abril de 2026📍 Local: Auditório da CAPES.💻 GRAVAÇÃO da Transmissão pelo YouTube da CAPES: https://www.youtube.com/live/7n9bpa2lUnc Este evento foi realizado pela CAPES com o objetivo de apresentar os avanços na coleta de dados da pós-graduação, incluindo a nova forma de adesão ao programa GoPG e as iniciativas de integração com os repositórios institucionais. O vídeo continua disponível no canal oficial da CAPES no YouTube para consulta das bibliotecas e gestores interessados em entender os novos padrões.
🕘 ProgramaçãoManhã (09h–12h)👥 Público: bibliotecários(as) e gestores(as) de repositórios• Implementação de padrões em repositórios institucionais• Integração de dados de teses e dissertações com a CAPESTarde (14h–17h)👥 Público: pró-reitores(as), coordenadores(as) de PPG, gestores(as) de TI e de repositórios• Adesão ao GoPG• Novas telas do Coleta (área de concentração, linhas de pesquisa, disciplinas, trabalhos finais)• Processo de interoperabilidade com a Plataforma Sucupira📣 Divulgue em sua instituição!Especialmente para bibliotecários(as) e gestores(as) de repositórios institucionais.._________________________________________________..




